Igor Sokolov e seus colegas, da Universidade de Michigan nos EUA, garantem que sob as condições adequadas (que incluem um feixe de laser de ultra-alta intensidade e um acelerador de partículas de dois quilômetros de extensão), pode ser possível criar algo do nada.
O grupo desenvolveu novas equações que descrevem como um feixe de elétrons de alta energia, combinado com um intenso pulso de laser, pode rasgar o vácuo, liberando seus componentes fundamentais de matéria e antimatéria, e desencadear uma cascata de eventos que gera pares adicionais detectáveis de partículas e antipartículas.
Não é a primeira vez que cientistas afirmam que um super laser pode criar matéria do nada. De um nada que não é exatamente ausência de tudo, mas uma sopa fervilhante de ondas e campos de todos os tipos, onde partículas virtuais surgem e desaparecem o tempo todo.
Em 2008, um artigo publicado na revista Science descreveu como a matéria se origina de flutuações do vácuo quântico.
"Agora nós podemos calcular como, a partir de um único elétron, podem ser produzidas várias centenas de partículas. Acreditamos que isso acontece na natureza, perto de pulsares e estrelas de nêutrons," afirma Igor Sokolov, um dos autores do estudo.
Foi um grupo de brasileiros que demonstrou recentemente que uma estrela de nêutrons pode acordar o vácuo quântico.
Tirada do Inovação Tecnológica.

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