Bom, eu ia daria algum tipo de sinopse do documentário se faltasse algo, mas ele explica desde o começo, tudinho. ;}
É longo, espero que ninguém veja(SE alguém for ver) todo em apenas um dia... ASUHASUHA
Dividido em 7 partes de 10 minutos cada e a última de 5.
Para ver, clique em "Continuar lendo ->". ;}
Boa quinta-feira! \o,
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quinta-feira, fevereiro 03, 2011
O Caso Roswell - Documentário completo
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Tiago Henrique
sexta-feira, janeiro 21, 2011
Telescópio flagra tempestades ejetando antimatéria para o espaço
O telescópio espacial Fermi detectou feixes de antimatéria produzidos acima das tempestades na Terra, um fenômeno nunca visto antes.
Os cientistas acreditam que as partículas de antimatéria foram formadas em um flash de raios gama terrestre (TGF), uma rápida explosão produzida no interior das tempestades de raios. Estima-se que cerca de 500 TGFs ocorram diariamente em todo o mundo, mas a maioria não é detectada.
Tirada do Inovação Tecnológica.
Os cientistas acreditam que as partículas de antimatéria foram formadas em um flash de raios gama terrestre (TGF), uma rápida explosão produzida no interior das tempestades de raios. Estima-se que cerca de 500 TGFs ocorram diariamente em todo o mundo, mas a maioria não é detectada.
Tirada do Inovação Tecnológica.
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Tiago Henrique
quarta-feira, dezembro 22, 2010
Matéria e antimatéria podem ser criadas do nada
Igor Sokolov e seus colegas, da Universidade de Michigan nos EUA, garantem que sob as condições adequadas (que incluem um feixe de laser de ultra-alta intensidade e um acelerador de partículas de dois quilômetros de extensão), pode ser possível criar algo do nada.
O grupo desenvolveu novas equações que descrevem como um feixe de elétrons de alta energia, combinado com um intenso pulso de laser, pode rasgar o vácuo, liberando seus componentes fundamentais de matéria e antimatéria, e desencadear uma cascata de eventos que gera pares adicionais detectáveis de partículas e antipartículas.
Não é a primeira vez que cientistas afirmam que um super laser pode criar matéria do nada. De um nada que não é exatamente ausência de tudo, mas uma sopa fervilhante de ondas e campos de todos os tipos, onde partículas virtuais surgem e desaparecem o tempo todo.
Em 2008, um artigo publicado na revista Science descreveu como a matéria se origina de flutuações do vácuo quântico.
"Agora nós podemos calcular como, a partir de um único elétron, podem ser produzidas várias centenas de partículas. Acreditamos que isso acontece na natureza, perto de pulsares e estrelas de nêutrons," afirma Igor Sokolov, um dos autores do estudo.
Foi um grupo de brasileiros que demonstrou recentemente que uma estrela de nêutrons pode acordar o vácuo quântico.
Tirada do Inovação Tecnológica.
O grupo desenvolveu novas equações que descrevem como um feixe de elétrons de alta energia, combinado com um intenso pulso de laser, pode rasgar o vácuo, liberando seus componentes fundamentais de matéria e antimatéria, e desencadear uma cascata de eventos que gera pares adicionais detectáveis de partículas e antipartículas.
Não é a primeira vez que cientistas afirmam que um super laser pode criar matéria do nada. De um nada que não é exatamente ausência de tudo, mas uma sopa fervilhante de ondas e campos de todos os tipos, onde partículas virtuais surgem e desaparecem o tempo todo.
Em 2008, um artigo publicado na revista Science descreveu como a matéria se origina de flutuações do vácuo quântico.
"Agora nós podemos calcular como, a partir de um único elétron, podem ser produzidas várias centenas de partículas. Acreditamos que isso acontece na natureza, perto de pulsares e estrelas de nêutrons," afirma Igor Sokolov, um dos autores do estudo.
Foi um grupo de brasileiros que demonstrou recentemente que uma estrela de nêutrons pode acordar o vácuo quântico.
Tirada do Inovação Tecnológica.
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Tiago Henrique
quinta-feira, dezembro 02, 2010
Nasa pode confirmar vida-extraterrestre
A agência espacial norte-americana NASA dará uma conferência de imprensa importante sobre “Astrobiologia” para anunciar “uma descoberta que terá um enorme impacto na procura de vida extraterrestre“ nesta quinta-feira.
![]() |
| Lua Rhea de saturno poderá ser citada na conferência |
No site oficial da NASA, a agência informa quem participará na convenção e que a “Astrobiologia é o estudo da origem, evolução, distribuição e vida futura no universo”. Entre as participações na conferência vai estar Felisa Wolf-Simon, oceanógrafa que se especializou na fotossíntese baseada em arsénio e a sua implicação na evolução de espécies, tendo já vários livros sobre o assunto e ainda Pamela Conrad, uma geobiologista que avançou com a hipótese de vida em Marte, sendo “convocados” diferentes cientistas de várias áreas sempre relacionadas com estudos de vida extraterrestre.
A descoberta de oxigénio e dióxido de carbono na densa atmosfera da lua Rhea, o segundo planeta na órbita de Saturno, deverá estar relacionado com esta declaração da NASA, sendo certa a hipótese de existir vida extraterrestre.
Tirada do Ip Jornal.
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Finalmente né?
Boa quinta-feira! \o,
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Tiago Henrique
terça-feira, novembro 30, 2010
Há oxigênio e dióxido de carbono na Lua de Saturno
A NASA publicou esta semana a descoberta da presença de oxigênio e de dióxido de carbono na exosfera (termo para a atmosfera para outros planetas) de Reia, a segunda maior lua de Saturno.
A descoberta foi levada a cabo pela sonda Cassini, e apenas foi possível devido aos esforços conjuntos da NASA, a Agência Espacial Europeia e a Agência Espacial de Itália.
Apesar da existência de oxigênio nas luas de outros planetas, nomeadamente as luas Europa e Ganimedes de Júpiter, não ser novidade, é a primeira vez que os cientistas descobrem oxigénio numa lua de Saturno.
A fina camada de oxigénio e dióxido de carbono mantém-se devido ao constante bombardeamento da superfície gelada de Reia, por partículas de alta energia.
Ben Teolis, um dos cientistas responsáveis pela investigação, afirma que este tipo de exosferas podem ser bastante comum, devido à semelhança das massas lunares de Saturno (ou até Urano).
Os cientistas pensam que outras duas luas de Saturno, Dione e Tétis, reúnem condições para que possa também existir oxigénio e dióxido de carbono.
A sonda Cassini deverá alcançar Dione em Dezembro de 2011, mas não têm qualquer tipo de previsão para Tétis.
Tirada do Ip Jornal.
A descoberta foi levada a cabo pela sonda Cassini, e apenas foi possível devido aos esforços conjuntos da NASA, a Agência Espacial Europeia e a Agência Espacial de Itália.
Apesar da existência de oxigênio nas luas de outros planetas, nomeadamente as luas Europa e Ganimedes de Júpiter, não ser novidade, é a primeira vez que os cientistas descobrem oxigénio numa lua de Saturno.
A fina camada de oxigénio e dióxido de carbono mantém-se devido ao constante bombardeamento da superfície gelada de Reia, por partículas de alta energia.
Ben Teolis, um dos cientistas responsáveis pela investigação, afirma que este tipo de exosferas podem ser bastante comum, devido à semelhança das massas lunares de Saturno (ou até Urano).
Os cientistas pensam que outras duas luas de Saturno, Dione e Tétis, reúnem condições para que possa também existir oxigénio e dióxido de carbono.
A sonda Cassini deverá alcançar Dione em Dezembro de 2011, mas não têm qualquer tipo de previsão para Tétis.
Tirada do Ip Jornal.
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Tiago Henrique
quarta-feira, novembro 24, 2010
Universo era líquido após o Big Bang
Após o Big Bang, nos primeiros instantes de sua existência, o Universo primordial não era apenas muito quente e denso, mas também tinha a consistência de um líquido.
Ao menos foi o primeiro resultado dos mini Big Bangs criados pelo LHC. Os mini Big Bangs, reproduções em escala reduzida daquilo que deve ter acontecido quando nosso Universo foi criado, foram gerados quando íons de chumbo começaram a colidir depois de acelerados nos 27 km do anel do Grande Colisor de Hádrons.
Os experimentos com átomos de chumbo começaram no último dia 7 de Novembro. A análise das primeiras colisões foi divulgada em dois artigos científicos divulgados preliminarmente, ainda não avaliados para publicação em periódicos revisados.
Tirada do Inovação Tecnológica.
Boa quarta-feira! \o,
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| Colisão de núcleos de chumbo |
Ao menos foi o primeiro resultado dos mini Big Bangs criados pelo LHC. Os mini Big Bangs, reproduções em escala reduzida daquilo que deve ter acontecido quando nosso Universo foi criado, foram gerados quando íons de chumbo começaram a colidir depois de acelerados nos 27 km do anel do Grande Colisor de Hádrons.
Os experimentos com átomos de chumbo começaram no último dia 7 de Novembro. A análise das primeiras colisões foi divulgada em dois artigos científicos divulgados preliminarmente, ainda não avaliados para publicação em periódicos revisados.
Tirada do Inovação Tecnológica.
Boa quarta-feira! \o,
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quinta-feira, novembro 18, 2010
Cientistas capturam antimatéria
Pesquisadores do CERN anunciaram a produção de átomos de antihidrogênio, que ajudarão a elucidar um dos mistérios do universo.
Pesquisadores do CERN, onde fica o LHC, mostraram ontem, quarta-feira do dia 17, que conseguiram capturar átomos de antimatéria.
Matéria e antimatéria são idênticas, exceto pela carga elétrica oposta. Cientistas acreditam que na explosão do Big-Bang, matéria e antimatéria foram produzidas em quantidades iguais. O universo é composto apenas por matéria, a antimatéria parece ter desaparecido.
Para descobrir o que aconteceu com a antimatéria, cientistas utilizaram o hidrogênio, cujo átomo é composto de um próton e um elétron, e tentaram verificar se seu contraponto, o antihidrogênio, comportaria-se da mesma maneira.
Os átomos de antihidrogênio foram criados a vácuo. Como matéria e antimatéria se aniquilam quando reunidas, os átomos de antihidrogênio têm expectativa de vida muito curta. O experimento estendeu a duração da antimatéria usando fortes campos magnéticos para prendê-la e evitar que entrasse em contato com a matéria. O experimento, que recebeu o nome de ALPHA, mostrou que é possível capturar átomos de antihidrogênio por cerca de um décimo de segundo.
Dos milhares de átomos capturados, 38 foram capturados por tempo suficiente para serem estudados.
"Por razões que ainda ninguém entende, a natureza descartou a antimatéria. Assim, é muito gratificante olhar para o dispositivo ALPHA e saber que ele capturou átomos de antimatéria", disse Jeffrey Hangst da Universidade de Aarhus, Dinamarca, porta-voz do experimento. "Isto nos inspira a trabalhar muito mais para ver se a antimatéria tem algum segredo."
Em outro experimento envolvendo antimatéria, o programa Asacusa, também do Cern, foi demonstrada uma nova técnica para produzir átomos antihidrogênio mais perenes. O estudo ainda será publicado no periódico científico Physical Review Letters. "Com dois métodos de produção e, eventualmente, estudo de antihidrogênio, a antimatéria não será mais capaz de esconder suas propriedades por muito mais tempo", disse Yasunori Yamazaki, do Centro de Pesquisas Riken, no Japão, e integrante da Asacusa.
"Ainda há um caminho para percorrer, mas estamos muito felizes de ver como esta técnica funciona."
Tirada do Último Segundo. <- Muito obrigado! *-*
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Antimatéria criada *--------------------------* Um putaputaputa passo para desvendar muitos mistérios do universo.
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Bom começo de quinta-feira! :}
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quarta-feira, novembro 10, 2010
LHC recriada condições pós Big Bang
Cientistas na Suíça recriaram miniatura do Big Bang, o momento em que, segundo eles, o Universo foi criado.
![]() |
| Representação Artística de um choque de íons de chumbo |
Os cientistas, que trabalham LHC, conseguiram recriar mini-Big Bangs na segunda-feira(8/11), através da colisão de iões de chumbo em vez de protões.
Usando um mapa que mostra a teoria do Big Bang, o porta-voz Juergen Schukraft explicou o objeto da pesquisa: “O Big Bang começa ali, hoje estamos aqui. O que queremos estudar é esta região, a primeira vez que o universo não consiste apenas de objectos elementares, mas quando esses objectos elementares fundiram-se em objectos combinados.”
A experiência criou temperaturas 1 milhão de vezes mais altas do que o centro do Sol. Nas próximas semanas os cientistas vão concentrar-se na análise da informação obtida com a colisão de iões de chumbo.
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terça-feira, novembro 09, 2010
LHC em nova fase de colisões com íons
O Centro de Pesquisa Nuclear Europeu (CERN) anunciou hoje uma mudança nas pesquisas do LHC.
Deste momento em diante, o LHC irá acelerar e colidir íons de chumbo (átomos do metal sem seus elétrons).
A mudança marca uma nova fase de explorações do LHC. A colisão de íons pesados, como os de chumbo, é um laboratório para estudar matérias muito quentes, muito densas, similares às encontradas no início do universo.
Um dos objetivos da nova fase é produzir pequenas quantidades dessa matéria, conhecida como plasma “quark-gluon”, e estudar sua evolução até o tipo de matéria que compõe o universo hoje. As colisões podem ajudar a entender as propriedades das interações fortes, que únem as partículas chamadas quarks a objetos maiores, como prótons e nêutrons.
O LHC já havia alcançado seus objetivos deste ano ao colidir prótons com a energia recorde de 7 trilhões de elétron-volts (TeV). Um elétron volt (eV), é a energia adquirida por um elétron quando acelerado através de uma diferença de potencial de 1 volt. Com isso, a máquina conseguiu encerrar as pesquisas estipuladas para os prótons e alcançou resultados significativos, como a validação de alguns aspectos do modelo padrão das forças e partículas.
O principal objetivo para 2011 agora é coletar dados suficiente para cruzar uma nova fronteira da física, trabalhando com íons. O LHC vai usar íons de chumbo até 6 de dezembro, antes de uma parada para manutenção. As operações começam de novo em fevereiro de 2011.
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sexta-feira, outubro 29, 2010
Segundo cientistas, fósforo teria desencadeado a vida no planeta
Cientistas encontraram uma prova que remonta o surgimento de animais na Terra.
Pesquisadores da Universidade da Califórnia, descobriram que o estopim condutor da explosão de vida complexa no planeta é o fósforo (muito utilizada na agricultura, alimentação e metalurgia). O fósforo é também responsável pela abundância de vida nos oceanos.
Os pesquisadores desenvolveram uma forma eficiente de medir quanto fósforo existia nos oceanos há 700 milhões de anos. Analisaram sedimentos ricos em ferro formados naquele período. Durante a formação dessas rochas, os sedimentos de ferro se uniram ao fósforo dissolvido na água. A análise desse material permitiu estimativas de níveis de nutrientes no oceano em diferentes eras. A quantidade de fósforo em relação ao ferro na rocha, é proporcional à quantidade de fósforo dissolvida nos mares na época de sua formação, segundo os pesquisadores.
Com esses dados, os químicos construíram uma linha do tempo com a quantidade de fósforo dissolvido na água, mostrando que houve um pico nos níveis da substância há 700 milhões de anos. Nessa época, a Terra passava pela "mãe" das eras glaciais. Alguns cientistas acreditam que o planeta ficou completamente coberto por gelo, como uma bola de neve, em duas ocasiões durante esse período. Cerca de 30 milhões de anos depois da última 'bola de neve' o clima amenizou, o gelo derreteu e houve uma explosão de vida, incluindo os primeiros animais.
O fósforo chega aos mares por meio dos rios carregados de minerais e rochas dos continentes. As massivas geleiras durante os períodos em que a Terra era uma 'bola de neve' podem ter acelerado o depósito dessa substância nos oceanos. Autores do estudo acreditam que o movimento das geleiras sobre as rochas à medida que elas derretiam fizeram com que o depósito de fósforo nos mares aumentasse em proporções gigantescas. E com isso, micro-organismos que faziam a fotossíntese dentro da água 'floresceram'.
Uma grande quantidade de oxigênio foi produzida com o aparecimento desses organismos. À medida que eles morriam, eles eram enterrados no fundo do oceano e mais organismos eram formados a partir de maiores depósitos de fósforo. Isso contribuiu para o aumento do nível de oxigênio na atmosfera. Milhões de anos depois repetindo o mesmo processo, a atmosfera encheu-se de oxigênio e houve um ambiente favorável à formação de animais.
Tirada do site Veja.
Pesquisadores da Universidade da Califórnia, descobriram que o estopim condutor da explosão de vida complexa no planeta é o fósforo (muito utilizada na agricultura, alimentação e metalurgia). O fósforo é também responsável pela abundância de vida nos oceanos.
Os pesquisadores desenvolveram uma forma eficiente de medir quanto fósforo existia nos oceanos há 700 milhões de anos. Analisaram sedimentos ricos em ferro formados naquele período. Durante a formação dessas rochas, os sedimentos de ferro se uniram ao fósforo dissolvido na água. A análise desse material permitiu estimativas de níveis de nutrientes no oceano em diferentes eras. A quantidade de fósforo em relação ao ferro na rocha, é proporcional à quantidade de fósforo dissolvida nos mares na época de sua formação, segundo os pesquisadores.
Com esses dados, os químicos construíram uma linha do tempo com a quantidade de fósforo dissolvido na água, mostrando que houve um pico nos níveis da substância há 700 milhões de anos. Nessa época, a Terra passava pela "mãe" das eras glaciais. Alguns cientistas acreditam que o planeta ficou completamente coberto por gelo, como uma bola de neve, em duas ocasiões durante esse período. Cerca de 30 milhões de anos depois da última 'bola de neve' o clima amenizou, o gelo derreteu e houve uma explosão de vida, incluindo os primeiros animais.
O fósforo chega aos mares por meio dos rios carregados de minerais e rochas dos continentes. As massivas geleiras durante os períodos em que a Terra era uma 'bola de neve' podem ter acelerado o depósito dessa substância nos oceanos. Autores do estudo acreditam que o movimento das geleiras sobre as rochas à medida que elas derretiam fizeram com que o depósito de fósforo nos mares aumentasse em proporções gigantescas. E com isso, micro-organismos que faziam a fotossíntese dentro da água 'floresceram'.
Uma grande quantidade de oxigênio foi produzida com o aparecimento desses organismos. À medida que eles morriam, eles eram enterrados no fundo do oceano e mais organismos eram formados a partir de maiores depósitos de fósforo. Isso contribuiu para o aumento do nível de oxigênio na atmosfera. Milhões de anos depois repetindo o mesmo processo, a atmosfera encheu-se de oxigênio e houve um ambiente favorável à formação de animais.
Tirada do site Veja.
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segunda-feira, outubro 25, 2010
Lesma-do-mar movida a energia solar
Esta lesma do mar, finge ser como as plantas, isso é raro entre os animais. Como um vampiro, faz um pequeno furo na alga. Depois, suga todo o conteúdo celular da alga, e passa a comportar-se como uma planta, usando a luz solar para produzir parte do seu alimento.
A Elysia timida, o nome científico desta espécie de lesma-do-mar, foi descrita pela primeira vez no início do século XIX. Faz parte de um grupo designado por lesmas-do-mar movidas a energia solar, que é conhecido há bastante tempo. Quase desde a sua descoberta que percebeu-se que elas têm capacidade de fazer fotossíntese, diz Bruno Jesus, um dos autores do artigo, do Centro de Oceanografia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. "Era estranho serem verdes."
Quase todas as lesmas-do-mar fotossintéticas, capacidade rara entre os animais, são verdes. Esta cor é-lhe conferida pelas estruturas mais importantes das plantas para a fotossíntese (cloroplastos), o que fornece energia às plantas.
Entre as 6000 espécies de lesmas-do-mar descritas até agora em todo o mundo, conhecem-se quase 300 movidas a luz solar, todas a viver em associação com algas verdes vistas com frequência nas praias.
Tal como a alga que come, a Acetabularia acetabulum, a Elysia timida não mora nas costas portuguesas. Vive em profundidades baixas e em zonas onde há muita luz. "Bastou andarmos de óculos em apneia que se apanhou bem", conta Bruno Jesus.
Tirada do site Público.
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quinta-feira, outubro 21, 2010
Objeto mais antigo já capturado pelo Hubble
A equipe do Telescópio Espacial Hubble, da Nasa, registrou o objeto mais antigo já detectado por astrônomos. A galáxia UDFy-38135539 está a 13,1 bilhões de anos-luz de distância.
A luz da galáxia demorou 13,1 bilhões de anos para chegar ao Sistema Solar. A idade estimada do Universo é de aproximadamente 13,7 bilhões de anos. O que é observado no centro da foto é a luz da galáxia depois de apenas 600 milhões de anos após o Big Bang.
O complexo nome do conjunto de estrelas vem da região observada, conhecida como "ultra deep field", com os números indicando a posição exata no espaço.
Após analisar as opções oferecidas pelo Hubble, a confirmação da condição de objeto mais remoto já observado veio após o trabalho de astrônomos usando o telescópio VLT (sigla para telescópio muito grande, em inglês) do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês).
Tirada do G1.
Boa quarta-feira! \o,
A luz da galáxia demorou 13,1 bilhões de anos para chegar ao Sistema Solar. A idade estimada do Universo é de aproximadamente 13,7 bilhões de anos. O que é observado no centro da foto é a luz da galáxia depois de apenas 600 milhões de anos após o Big Bang.
O complexo nome do conjunto de estrelas vem da região observada, conhecida como "ultra deep field", com os números indicando a posição exata no espaço.
Após analisar as opções oferecidas pelo Hubble, a confirmação da condição de objeto mais remoto já observado veio após o trabalho de astrônomos usando o telescópio VLT (sigla para telescópio muito grande, em inglês) do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês).
Tirada do G1.
Boa quarta-feira! \o,
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terça-feira, outubro 19, 2010
Nova espécie de peixe é descoberta nas profundidezas
Uma nova espécie de peixe foi encontrada por biólogos na fossa Peru-Chile, uma das fossas mais profundas do mundo.
Anteriormente os cientistas acreditavam ser totalmente desprovida de peixes. A mesma equipe já tinha estudado quatro fossas profundas. A fossa Peru-Chile tem 8.000 metros de profundidade, e foi o local onde eles encontraram a maior diversidade de espécies.
A equipe usou uma sonda contendo uma câmera de profundidade, e tirou 6.000 imagens dentro da fossa, entre 4.500 e 8.000 metros.
Tirada do HypeScience.
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quinta-feira, outubro 14, 2010
Hubble captura vestígios de colisão entre asteróides
O telescópio Hubble conseguiu capturar imagens de uma colisão de asteróides em formato de "X" e com uma cauda que se assemelha à de um cometa.
Astrônomos começaram a rastrear o objeto desde as primeiras imagens feitas em janeiro, acreditando que se tratava de uma colisão recente, os dados obtidos desde então mostram que o choque ocorreu no início de 2009.
"Esperávamos que o campo de destroços se expandisse dramaticamente, como estilhaços partindo de uma granada", disse David Jewitt, da Universidade da Califórnia em Los Angeles.
"Mas o que aconteceu foi o oposto. Determinamos que o objeto está se expandindo bem devagar".
O objeto chamado P/2010 A2, foi avistado percorrendo o cinturão de asteróides, um reservatório de milhões de objetos rochosos localizado entre Marte e Júpiter. Estima-se que asteroides de tamanho médio colidam entre si aproximadamente uma vez ao ano. Quando se chocam, os objetos lançam poeira no espaço.
Até agora, os astrônomos contavam apenas com modelos matemáticos da frequência de choques e da quantia de poeira produzida.
Observar impactos de asteroides entre si é difícil porque os grandes choques são raros, e os pequenos, como o que gerou P/2010 A2, são muito fracos. Os asteroides que formaram P/2010 A2 eram desconhecidos, porque eram pequenos demais para terem sido observados.
Jewitt diz que ainda não é possível descartar de vez explicações alternativas, como um asteroide que esteja perdendo massa por conta de uma aceleração de sua rotação. As imagens, feitas entre janeiro e maio deste ano, revelam um objeto pontual com cerca de 100 metros de diâmetro, com uma longa cauda fluindo a partir do padrão "X". O tamanho das partículas na cauda parece ser de no máximo 3 centímetros.
Tirada do Estadão.
Boa quinta-feira! \o,
Astrônomos começaram a rastrear o objeto desde as primeiras imagens feitas em janeiro, acreditando que se tratava de uma colisão recente, os dados obtidos desde então mostram que o choque ocorreu no início de 2009.
"Esperávamos que o campo de destroços se expandisse dramaticamente, como estilhaços partindo de uma granada", disse David Jewitt, da Universidade da Califórnia em Los Angeles.
"Mas o que aconteceu foi o oposto. Determinamos que o objeto está se expandindo bem devagar".
O objeto chamado P/2010 A2, foi avistado percorrendo o cinturão de asteróides, um reservatório de milhões de objetos rochosos localizado entre Marte e Júpiter. Estima-se que asteroides de tamanho médio colidam entre si aproximadamente uma vez ao ano. Quando se chocam, os objetos lançam poeira no espaço.
Até agora, os astrônomos contavam apenas com modelos matemáticos da frequência de choques e da quantia de poeira produzida.
Observar impactos de asteroides entre si é difícil porque os grandes choques são raros, e os pequenos, como o que gerou P/2010 A2, são muito fracos. Os asteroides que formaram P/2010 A2 eram desconhecidos, porque eram pequenos demais para terem sido observados.
Jewitt diz que ainda não é possível descartar de vez explicações alternativas, como um asteroide que esteja perdendo massa por conta de uma aceleração de sua rotação. As imagens, feitas entre janeiro e maio deste ano, revelam um objeto pontual com cerca de 100 metros de diâmetro, com uma longa cauda fluindo a partir do padrão "X". O tamanho das partículas na cauda parece ser de no máximo 3 centímetros.
Tirada do Estadão.
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Novo carnívoro é descoberto em Madagascar
Cientistas do Museu de História Nacional de Londres, Inglaterra, descobriram nova espécie de carnívoro em Madagascar. É a primeira espécie do gênero descoberta em mais de 20 anos.
Com primeiras pesquisas, cientistas chegam à conclusão de que o animal é mamífero. A criatura possui focinho pontudo e dentes afiados. Vive na área do maior rio de Madagascar, Lac Alaotra. Quando encontrado, estava nadando no rio e os pesquisadores o acharam, enquanto estudavam lêmures comedores de bambu, outra espécie que se encontra apenas na ilha.
Tirada do Terra.
Com primeiras pesquisas, cientistas chegam à conclusão de que o animal é mamífero. A criatura possui focinho pontudo e dentes afiados. Vive na área do maior rio de Madagascar, Lac Alaotra. Quando encontrado, estava nadando no rio e os pesquisadores o acharam, enquanto estudavam lêmures comedores de bambu, outra espécie que se encontra apenas na ilha.
Tirada do Terra.
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terça-feira, outubro 12, 2010
Descoberto o primeiro exoplaneta habitável
Cientistas dizem que o astro poderá ser colonizado se confirmada as condições de habitação.
![]() |
| Desenho mostra como seria o exoplaneta |
Uma equipe de "caçadores de planetas" encontrou o que poderá ser o primeiro exoplaneta habitável. Os astrônomos da Universidade da Califórnia e do Instituto Carnegie, em Washington, anunciaram nesta quarta-feira que o corpo celeste encontrado possui um tamanho próximo ao da Terra e orbita uma estrela na constelação de Libra, a 20 anos luz de distância.
O exoplaneta se encontra exatamente no meio da "zona habitável" da estrela anã Gliese 581, uma região onde há condições naturais para que água líquida se forme na superfície do planeta.
Outros dois exoplanetas na zona habitável do sistema da estrela anã Gliese 581 já foram encontrados. Contudo, eles se encontram nas extremidades, onde a temperatura é muito fria ou muito quente.
Tirada do site da Revista Veja.
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segunda-feira, outubro 11, 2010
Hubble captura a imagem de uma estranha espiral celeste
A imagem captada pelo Telescópio Hubble mostra o que parece ser uma espiral fina, com uma regularidade impressionante, enrolando-se ao redor de uma estrela (a estrela propriamente dita, imagina-se, está no centro, escondida pela poeira).
O padrão espiral sugere uma origem regular e periódica, capaz de explicar a criação do formato de uma nebulosa.
O material que forma a espiral está se movendo para fora a uma velocidade de cerca de 50.000 quilômetros por hora. Combinando essa velocidade com a distância entre as camadas, os astrônomos calculam que as diversas camadas da espiral estão separadas umas das outras por cerca de 800 anos.
Tirada do Inovação Tecnológica.
O padrão espiral sugere uma origem regular e periódica, capaz de explicar a criação do formato de uma nebulosa.
O material que forma a espiral está se movendo para fora a uma velocidade de cerca de 50.000 quilômetros por hora. Combinando essa velocidade com a distância entre as camadas, os astrônomos calculam que as diversas camadas da espiral estão separadas umas das outras por cerca de 800 anos.
Tirada do Inovação Tecnológica.
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quarta-feira, setembro 29, 2010
Cientistas estão a desenvolver uma vacina com capacidade de deter vírus da AIDS
Com a nova técnica, até o vírus da Aids poderá ser destruído (teoricamente).
Uma das idéias mais viáveis no meio científico para a criação de uma vacina contra o HIV é bastante simples. Na teoria, o sistema imunológico precisaria apenas aprender a reconhecer a estrutura de proteínas que envolve o vírus e produzir os anticorpos necessários para neutralizá-lo. A estratégia, então, seria desenvolver uma vacina que quebrasse o vírus em pedaços menores antes deles serem “atacados” pelo sistema imunológico.
O problema, no entanto, é que quando o vírus HIV é quebrado, ele muda de formato e deixa de ser reconhecido pelo organismo. Mas uma equipe do National Institute of Allergy and Infectious Diseases, dos Estados Unidos, acaba de desenvolver uma técnica que pode ser a solução para o problema (e significar a produção de vacinas não somente contra a Aids, mas quaisquer outros tipos de doenças causadas por vírus).
A estratégia criada pela equipe americana consiste em extrair uma pequena porção reconhecível pelos anticorpos da estrutura do vírus e substituí-la por outra produzida em laboratório. Esse pedaço artificial introduzido no vírus seria o suficiente para que ele não mudasse seu formato e continuasse a ser reconhecido pelo sistema imunológico. Em tese, quando essas partículas artificiais são introduzidas no organismo, o corpo as reconhecem como corpos estranhos e cria anticorpos para combatê-las. Ao criar esse “exército”, o organismo estaria se armando o suficiente para impedir a proliferação do vírus e suas possíveis infecções.
Para os médicos envolvidos na pesquisa, os resultados demonstram que a técnica pode ser a resposta mais plausível na criação de uma vacina contra determinados tipos de vírus. Mas os cientistas ainda precisam melhorar alguns pontos para que a estratégia comece a ser usada (e testada) no tratamento da Aids.
Tirada do site da Revista Veja.
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Falta pouco para a cura contra a AIDS *-*
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Tiago Henrique
terça-feira, setembro 28, 2010
Hubble confirma matéria escura
No mapa feito durante o estudo, as estruturas em branco, ciano e verde estão mais próximas do que aquelas em laranja e vermelho.
Uma análise feita pelo Telescópio Espacial Hubble confirmou a existência da misteriosa aceleração cósmica, causada por forças invisíveis no Universo.
De acordo com a teoria, o Universo que conhecemos, composto de matéria visível, corresponde a apenas 4% de tudo o que há no cosmos.
Já o Universo invisível é composto de matéria escura e energia escura. Apesar de não se saber ao certo o que são esses componentes, astrônomos acreditam que eles existem por causa dos seus efeitos na movimentação de corpos celestes.
Ao observar galáxias, por exemplo, cientistas notam uma diferença entre a gravidade existente e a quantidade de matéria visível (o que os leva a supor que existe algo que não enxergamos, mas que possui massa). Acredita-se que 20% do Universo é composto de matéria escura e, o restante, da chamada energia escura.
Agora, cientistas conseguiram mais uma forte prova da existência desses componentes. Um grupo de astrônomos liderados por Tim Schrabback, do Leiden Observatory, conduziu um estudo com mais de 446 mil galáxias. Todas elas estavam dentro do campo de visão do Cosmological Evolution Survey (COSMOS), a maior pesquisa já feita pelo Hubble.
Considerada uma das mais precisas amostras da diversidade do Universo, a COSMOS fotografou 575 visões ligeiramente sobrepostas da mesma parte espaço e criou como que uma reconstrução em 3D da área.
Além dos dados do Hubble, os pesquisadores usaram observações em terra para estabelecer as distâncias entre 194 mil galáxias. Na nova análise, os astrônomos “pesaram” a distribuição de matéria no espaço.
Todos esses números possibilitaram cálculos detalhados que confirmaram: o universo é acelerado por um componente adicional misterioso (a energia escura).
Boa terça-feira! \o,
Uma análise feita pelo Telescópio Espacial Hubble confirmou a existência da misteriosa aceleração cósmica, causada por forças invisíveis no Universo.
De acordo com a teoria, o Universo que conhecemos, composto de matéria visível, corresponde a apenas 4% de tudo o que há no cosmos.
Já o Universo invisível é composto de matéria escura e energia escura. Apesar de não se saber ao certo o que são esses componentes, astrônomos acreditam que eles existem por causa dos seus efeitos na movimentação de corpos celestes.
Ao observar galáxias, por exemplo, cientistas notam uma diferença entre a gravidade existente e a quantidade de matéria visível (o que os leva a supor que existe algo que não enxergamos, mas que possui massa). Acredita-se que 20% do Universo é composto de matéria escura e, o restante, da chamada energia escura.
Agora, cientistas conseguiram mais uma forte prova da existência desses componentes. Um grupo de astrônomos liderados por Tim Schrabback, do Leiden Observatory, conduziu um estudo com mais de 446 mil galáxias. Todas elas estavam dentro do campo de visão do Cosmological Evolution Survey (COSMOS), a maior pesquisa já feita pelo Hubble.
Considerada uma das mais precisas amostras da diversidade do Universo, a COSMOS fotografou 575 visões ligeiramente sobrepostas da mesma parte espaço e criou como que uma reconstrução em 3D da área.
Além dos dados do Hubble, os pesquisadores usaram observações em terra para estabelecer as distâncias entre 194 mil galáxias. Na nova análise, os astrônomos “pesaram” a distribuição de matéria no espaço.
Todos esses números possibilitaram cálculos detalhados que confirmaram: o universo é acelerado por um componente adicional misterioso (a energia escura).
Boa terça-feira! \o,
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Tiago Henrique
quarta-feira, setembro 22, 2010
LHC detecta fenômeno desconhecido em colisão de partículas
Após um tempo em operação, as experiências no LHC começam a ter sinais de efeitos potencialmente novos.
A imagem mostra um "mapa" de um desses espalhamentos.
Nos novos resultados divulgados pelos cientistas do experimento CMS (um dos quatro detectores do LHC), foram observadas correlações até o momento desconhecidas entre as partículas, que foram geradas durante as colisões entre prótons (a uma energia de 7 TeV).
Os cientistas do CMS (incluído um grupo de brasileiros), estudam essas colisões medindo as correlações angulares entre as partículas conforme elas se espalham a partir do ponto de impacto. Uma centena ou mais de partículas podem ser produzidas durante as colisões de prótons.
As análises revelaram que algumas das partículas se espalham seguindo o mesmo ângulo, o que pode demonstrar que elas estão intimamente interligadas, como nunca foi vista antes em colisões de prótons.
O LHC continuará acelerando e colidindo prótons até o final de outubro, acumulando mais dados que poderão ajudar a entender o fenômeno. No restante de 2010, o LHC irá colidir núcleos de chumbo.
Tirada do Inovação Tecnológica.
Boa quarta-feira! \o,
A imagem mostra um "mapa" de um desses espalhamentos.
Nos novos resultados divulgados pelos cientistas do experimento CMS (um dos quatro detectores do LHC), foram observadas correlações até o momento desconhecidas entre as partículas, que foram geradas durante as colisões entre prótons (a uma energia de 7 TeV).
Os cientistas do CMS (incluído um grupo de brasileiros), estudam essas colisões medindo as correlações angulares entre as partículas conforme elas se espalham a partir do ponto de impacto. Uma centena ou mais de partículas podem ser produzidas durante as colisões de prótons.
As análises revelaram que algumas das partículas se espalham seguindo o mesmo ângulo, o que pode demonstrar que elas estão intimamente interligadas, como nunca foi vista antes em colisões de prótons.
O LHC continuará acelerando e colidindo prótons até o final de outubro, acumulando mais dados que poderão ajudar a entender o fenômeno. No restante de 2010, o LHC irá colidir núcleos de chumbo.
Tirada do Inovação Tecnológica.
Boa quarta-feira! \o,
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Tiago Henrique
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