Opções

Mostrando postagens com marcador LHC. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador LHC. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, novembro 24, 2010

Universo era líquido após o Big Bang

      Após o Big Bang, nos primeiros instantes de sua existência, o Universo primordial não era apenas muito quente e denso, mas também tinha a consistência de um líquido.
Colisão de núcleos de chumbo

      Ao menos foi o primeiro resultado dos mini Big Bangs criados pelo LHC. Os mini Big Bangs, reproduções em escala reduzida daquilo que deve ter acontecido quando nosso Universo foi criado, foram gerados quando íons de chumbo começaram a colidir depois de acelerados nos 27 km do anel do Grande Colisor de Hádrons.

      Os experimentos com átomos de chumbo começaram no último dia 7 de Novembro. A análise das primeiras colisões foi divulgada em dois artigos científicos divulgados preliminarmente, ainda não avaliados para publicação em periódicos revisados.

Tirada do Inovação Tecnológica.

Boa quarta-feira! \o,

quinta-feira, novembro 18, 2010

Cientistas capturam antimatéria

      Pesquisadores do CERN anunciaram a produção de átomos de antihidrogênio, que ajudarão a elucidar um dos mistérios do universo.

      Pesquisadores do CERN, onde fica o LHC, mostraram ontem, quarta-feira do dia 17, que conseguiram capturar átomos de antimatéria.

      Matéria e antimatéria são idênticas, exceto pela carga elétrica oposta. Cientistas acreditam que na explosão do Big-Bang, matéria e antimatéria foram produzidas em quantidades iguais. O universo é composto apenas por matéria, a antimatéria parece ter desaparecido.


      Para descobrir o que aconteceu com a antimatéria, cientistas utilizaram o hidrogênio, cujo átomo é composto de um próton e um elétron, e tentaram verificar se seu contraponto, o antihidrogênio, comportaria-se da mesma maneira.


      Os átomos de antihidrogênio foram criados a vácuo. Como matéria e antimatéria se aniquilam quando reunidas, os átomos de antihidrogênio têm expectativa de vida muito curta. O experimento estendeu a duração da antimatéria usando fortes campos magnéticos para prendê-la e evitar que entrasse em contato com a matéria. O experimento, que recebeu o nome de ALPHA, mostrou que é possível capturar átomos de antihidrogênio por cerca de um décimo de segundo. 

      Dos milhares de átomos capturados, 38 foram capturados por tempo suficiente para serem estudados.

       "Por razões que ainda ninguém entende, a natureza descartou a antimatéria. Assim, é muito gratificante olhar para o dispositivo ALPHA e saber que ele capturou átomos de antimatéria", disse Jeffrey Hangst da Universidade de Aarhus, Dinamarca, porta-voz do experimento. "Isto nos inspira a trabalhar muito mais para ver se a antimatéria tem algum segredo."


      Em outro experimento envolvendo antimatéria, o programa Asacusa, também do Cern, foi demonstrada uma nova técnica para produzir átomos antihidrogênio mais perenes. O estudo ainda será publicado no periódico científico Physical Review Letters. "Com dois métodos de produção e, eventualmente, estudo de antihidrogênio, a antimatéria não será mais capaz de esconder suas propriedades por muito mais tempo", disse Yasunori Yamazaki, do Centro de Pesquisas Riken, no Japão, e integrante da Asacusa.

"Ainda há um caminho para percorrer, mas estamos muito felizes de ver como esta técnica funciona."

 Tirada do Último Segundo. <- Muito obrigado! *-*

 =====================================================

Antimatéria criada *--------------------------* Um putaputaputa passo para desvendar muitos mistérios do universo.

 ======================================================

 Bom começo de quinta-feira! :} 

quarta-feira, novembro 10, 2010

LHC recriada condições pós Big Bang

      Cientistas na Suíça recriaram miniatura do Big Bang, o momento em que, segundo eles, o Universo foi criado.

Representação Artística de um choque de íons de chumbo
      Os cientistas, que trabalham LHC, conseguiram recriar mini-Big Bangs na segunda-feira(8/11), através da colisão de iões de chumbo em vez de protões.

      Usando um mapa que mostra a teoria do Big Bang, o porta-voz Juergen Schukraft explicou o objeto da pesquisa: “O Big Bang começa ali, hoje estamos aqui. O que queremos estudar é esta região, a primeira vez que o universo não consiste apenas de objectos elementares, mas quando esses objectos elementares fundiram-se em objectos combinados.”

      A experiência criou temperaturas 1 milhão de vezes mais altas do que o centro do Sol. Nas próximas semanas os cientistas vão concentrar-se na análise da informação obtida com a colisão de iões de chumbo.

Tirada do Euronews.

Boa quarta-feira! \o,

terça-feira, novembro 09, 2010

LHC em nova fase de colisões com íons

      O Centro de Pesquisa Nuclear Europeu (CERN) anunciou hoje uma mudança nas pesquisas do LHC.

       Deste momento em diante, o LHC irá acelerar e colidir íons de chumbo (átomos do metal sem seus elétrons).

      A mudança marca uma nova fase de explorações do LHC. A colisão de íons pesados, como os de chumbo, é um laboratório para estudar matérias muito quentes, muito densas, similares às encontradas no início do universo.

       Um dos objetivos da nova fase é produzir pequenas quantidades dessa matéria, conhecida como plasma “quark-gluon”, e estudar sua evolução até o tipo de matéria que compõe o universo hoje. As colisões podem ajudar a entender as propriedades das interações fortes, que únem as partículas chamadas quarks a objetos maiores, como prótons e nêutrons.

       O LHC já havia alcançado seus objetivos deste ano ao colidir prótons com a energia recorde de 7 trilhões de elétron-volts (TeV). Um elétron volt (eV), é a energia adquirida por um elétron quando acelerado através de uma diferença de potencial de 1 volt. Com isso, a máquina conseguiu encerrar as pesquisas estipuladas para os prótons e alcançou resultados significativos, como a validação de alguns aspectos do modelo padrão das forças e partículas.

       O principal objetivo para 2011 agora é coletar dados suficiente para cruzar uma nova fronteira da física, trabalhando com íons. O LHC vai usar íons de chumbo até 6 de dezembro, antes de uma parada para manutenção. As operações começam de novo em fevereiro de 2011.

Tirada do Circuito Mato Grosso.

quarta-feira, setembro 22, 2010

LHC detecta fenômeno desconhecido em colisão de partículas

      Após um tempo em operação, as experiências no LHC começam a ter sinais de efeitos potencialmente novos.


A imagem mostra um "mapa" de um desses espalhamentos.

      Nos novos resultados divulgados pelos cientistas do experimento CMS (um dos quatro detectores do LHC), foram observadas correlações até o momento desconhecidas entre as partículas, que foram geradas durante as colisões entre prótons (a uma energia de 7 TeV).


      Os cientistas do CMS (incluído um grupo de brasileiros), estudam essas colisões medindo as correlações angulares entre as partículas conforme elas se espalham a partir do ponto de impacto. Uma centena ou mais de partículas podem ser produzidas durante as colisões de prótons.

      As análises revelaram que algumas das partículas se espalham seguindo o mesmo ângulo, o que pode demonstrar que elas estão intimamente interligadas, como nunca foi vista antes em colisões de prótons.

      O LHC continuará acelerando e colidindo prótons até o final de outubro, acumulando mais dados que poderão ajudar a entender o fenômeno. No restante de 2010, o LHC irá colidir núcleos de chumbo.

Tirada do Inovação Tecnológica.

Boa quarta-feira! \o,

quinta-feira, setembro 02, 2010

Homem preocupado com o apocalipse tenta processar o Grande Colisor de Hádrons

Um homem, acreditando que o Large Hadron Collider (LHC), ou Grande Colisor de Hádrons, será responsável pelo fim do mundo, tentou processar a instalação e seus responsáveis em um tribunal dos Estados Unidos.



Walter Wagner ficou tão preocupado com a possibilidade de falha e da conseqüente criação de um Buraco Negro que engoliria a Terra, que entrou com uma ação para processar LHC. Como os Estados Unidos possuem apenas status de “país observador” no projeto, mesmo que a juíza responsável pelo caso, Helen Gilmor, concordasse com Wagner, nada poderia ser feito.

Basicamente, isso quer dizer que se o mundo acabasse por causa do LHC, a culpa não seria dos Estados Unidos, então não é com eles que os inconformados devem reclamar.

Wagner alega que as “potenciais conseqüências adversas” do LHC devem ser impedidas.

Tirada do Hype Science.

quarta-feira, julho 28, 2010

Cientistas querem criar colisor mais potente que LHC

Cientistas por trás do colisor de partículas europeu esperam descobrir os segredos do universo construindo uma máquina ainda maior que o LHC, com dinheiro e parceiros do mundo todo.

Guy Wormser, pesquisador do Centro Nacional de Pesquisa Científica da França, e Rolf Heuer, diretor geral do CERN.
 Cientistas querem uma máquina de nova geração que os lançará em linha reta.

Dependendo de quem queira hospedá-lo (e de quanto será pago para isso), o próximo colisor de partículas poderia ser construído em qualquer lugar do mundo. Japão, Rússia, EUA e Suíça são prováveis hospedeiros, embora cientistas da China, da Índia e do Canadá também tenham dito que se associarão ao projeto, de acordo com Barry Barish, diretor de um dos novos projetos para o novo colisor.


Cientistas se reuniram hoje em Paris, onde foram encorajados pelos resultados do LCH, gerenciado pelo CERN. Um colisor menor chamado Tevatron é mantido pelo Fermilab, próximo a Chicago. Ambas são máquinas extremamente complexas que levaram anos para começar a exibir resultados.

Rolf Heuer, chege do CERN, disse durante uma coletiva de imprensa que está “muito feliz” com o que os cientistas conseguiram até agora. “Esta máquina está abrindo as portas para uma nova era de pesquisas”, Disse.

Ele explica que é necessário um novo colisor linear. Será a “interoperabilidade e a combinação de resultados” dos dois tipos de opressor de átomos que permitirão à física evoluir.

Mais de mil cientistas estiveram em Paris para tomar conhecimento dos resultados do LHC e da preparação de seu sucessor. Os experimentos pretendem principalmente atualizar nossa compreensão de como o universo foi criado, e não aprimorar imediatamente tecnologias para a vida diária.

Tirada do Abril.

===================================================================

OMFG, um colisor mais potente que o LHC O:
Espero estar vivo ainda quando eles acabarem de construí-lo.

Bom dia! \o,

quarta-feira, junho 23, 2010

Cientistas tentam recriar som da "Partícula de Deus"

Cientistas simularam o som de partículas subatômicas produzidas no Grande Colisor de Hádrons (LHC), na Suíça.



O objetivo é facilitar a identificação da chamada "partícula de Deus"(bóson de Higgs), cuja existência ainda não foi confirmada, mas que, segundo teorias, daria massa a todas as outras.

A cientista Lily Asquith coordenou a equipe que desenvolveu o modelo que transforma dados do gigantesco experimento Atlas, no LHC, em sons.

O experimento mostra que "ouvir os dados" tem uma função prática, muito além de um significado poético. Carl Sagan explorou o tema em seu livro Contato, em que a cientista prefere "ouvir" as transmissões vindas do espaço do que confiar nas análises precisas feitas pelos computadores.
"Se a energia estiver perto de você, você ouve um som grave, e se estiver mais longe, mais agudo", disse Asquith.

Som recriado:



Tirada do Globo.

Boa noite! \o,

domingo, maio 16, 2010

Caça não tripulado da Boeing

O Boeing Phantom Ray foi apresentado oficialmente ao público.



Trata-se de um avião a jacto robotizado com cerca de 11 metros de comprimento. É capaz de atingir uma velocidade de 988 km/h e apresenta uma uma assinatura de radar extremamente reduzida (jacto quase invisível).

A grande novidade do Phantom Ray, cujos primeiros voos estão marcados para Dezembro, é a capacidade de abrir fogo de supressão. No entanto o jacto será, sobretudo, destinado a espiar as forças armadas inimigas.

Nasa planeja maior experimento científico da história

Projeto que deverá superar o LHC enviará três satélites, a 4,8 milhões de km de distância um do outro, que soltarão laser para tentar provar teoria de Einstein



O Grande Colisor de Hádrons (LHC), maior acelerador de partículas do mundo, pode deixar de ser o maior experimento do mundo. A Nasa e a Agência Espacial Européia (ESA, em inglês) enviarão três satélites para orbitarem ao redor do Sol, que, separados a 4,8 milhões de quilômetros de distância cada um, darão tiros laser uns nos outros. A ideia é averiguar uma parte da Teoria da Relatividade de Einstein que ainda não foi provada.

A Relatividade Geral de Einstein prevê várias coisas, entre elas a habilidade da gravidade para distorcer o espaço-tempo, o que faria que o tempo pudesse se passar de forma distinta em dois locais diferentes do universo. Mas a comunidade científica nunca conseguiu testar as ondas gravitacionais, fenômeno que seria responsável por isso. Elas seriam supostas ondulações no espaço-tempo produzidas pelo movimento da matéria.

O experimento será feito por um sistema da Nasa e ESA, chamado Antena Espacial de Interferômetro a Laser (LISA, em inglês). Ele mandará para a órbita solar três satélites, que ficarão separados a 4,8 milhões de quilômetros de distância cada e carregarão cubos flutuantes de ouro platinado. Depois, vão se ligar disparando lasers uns nos outros, para medir as posições destes cubos entre 40 milionésimos de um milionésimo de metro.

Se, de fato, existirem, as ondas gravitacionais deverão alterar ligeiramente a distância entre os cubos, e serão detectadas pela primeira vez – uma façanha nunca atingida anteriormente. Caso sejam reais, elas poderão oferecer aos cientistas várias informações sobre o universo e sua composição.

A companhia britânica Astrium EADS começou a preparar uma missão precursora chamada LISA Pathfinder, com previsão de lançamento para o ano que vem. Quanto ao experimento de verdade, ele não será enviado antes de 2020.

segunda-feira, maio 10, 2010

Unesp lança jogo de computador para ensinar física quântica

Micronave tem que capturar partículas menores do que um átomo. Game é distribuído gratuitamente e roda em Windows, Linux ou Mac.


Entender como funcionam as menores partículas conhecidas pela ciência ficou mais fácil a partir desta segunda-feira (10). A Universidade Estadual Paulista (Unesp) acaba de lançar um jogo para que jovens aprendam as bases da física quântica.


Usando uma nave espacial microscópica, o jogador recebe uma missão relacionada a partículas elementares. Na primeira fase, por exemplo, a nave deve capturar e identificar múons e quarks para identificação. O jogo, batizado de 'Spracegame', é grátis. Baseado na linguagem Java, ele pode rodar em computadores com Windows, Linux ou Mac.

O jogo foi criado pelo Centro Regional de Análise de São Paulo (Sprace, na sigla em inglês), um dos grupos de cientistas brasileiros responsáveis por interpretar os dados gerados pelo acelerador gigante de partículas LHC, na Europa.

Com o jogo, o Sprace pretende popularizar as teorias mais modernas sobre as partículas muito menores do que um átomo, que são analisadas dentro do LHC.

quinta-feira, maio 06, 2010

LHC funciona 'bem demais' e já avança fronteiras da física, dizem cientistas

Pesquisadores fazem revisão dos primeiros meses de trabalho do supercolisor de partículas



Pesquisadores que trabalham na máquina criada para sondar os segredos do cosmo afirmaram nesta quarta-feira, 5, que o gigantesco colisor de partículas está no rumo para fazer descobertas sobre a origem e a composição do Universo.

Informando o progresso do experimento dois meses após o início da fase de alta energia, cientistas do Cern, o centro europeu de pesquisas nucleares, afirmaram que o aparato de US$ 10 bilhões está provando, rapidamente, sua capacidade de avançar nas fronteiras da física.

"Agora podemos vislumbrar a produção de coisas exóticas como dimensões extras e bolas de cordas", disse Olivier Buchmueller, diretor de um dos seis detectores que monitoram as colisões no túnel subterrâneo do Grande Colisor de Hádrons, o LHC.

Ele disse, durante uma reunião no Cern, que essas descobertas complementariam esforços paralelos para descobrir a partícula de Higgs, que poderá explicar a existência de massa no Universo, e descobrir partículas supersimétricas, que podem dar pistas sobre a natureza da matéria escura que os astrônomos detectam no espaço.

A teoria das cordas propõe que os ingredientes básicos do Universo são pequenas cordas que vibram num espaço-tempo de dez dimensões.

O diretor de aceleradores e tecnologia do Cern, Steve Myers, disse que o LHC tem funcionado efetivamente sem dificuldades desde que as colisões a uma energia combinada de 7 TeV tiveram início em 30 de março. "Eu fico pensando: isto está indo bem demais", declarou. "Temos de manter a vigilância para manter a máquina segura. A última coisa de que precisamos é de outro fechamento", acrescentou, em referência a um vazamento que interrompeu a tentativa anterior de ativação do colisor, em setembro de 2008.

Os avanços científicos potenciais citados por Buchmueller e repetidos pelos outros cientistas na reunião realizada para rever o estado do projeto são tópicos prioritários para físicos e cosmologistas que buscam entender como o Universo funciona.

A máquina já identificou muitos elementos do chamado Modelo Padrão criado pelos físicos ao longo do século 20, a partir de teorias sobre a estrutura do Universo, disse o cientista Andrei Golutvin. Embora essas partículas já tenham sido descobertas em outros aparelhos pelo mundo, o fato de o LHC estar conseguindo recriá-las mostra que o experimento está funcionando bem.

Entre as partículas raras do Modelo padrão, o LHC já detectou o quark "beauty", que decai em nanossegundos, depois de percorrer apenas 2 milímetros no detector LHCb. "Para mim, é um milagre que o LHC esteja detectando as partículas que esperamos do Modelo Padrão tão cedo no experimento. Isso mostra como ele está funcionando bem", disse Golutvin.