Opções

Mostrando postagens com marcador Tecnologia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Tecnologia. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, janeiro 21, 2011

Lentes de contato inteligentes projetarão imagens na retina

      A empresa suíça Sensimed está colocando no mercado as primeiras versões de uma lente de contato inteligente voltada para melhorar o tratamento de pessoas com glaucoma.

      O campo da realidade aumentada também é florescente. Mas os cientistas agora foram mais longe, inaugurando o campo da "visão aumentada".

      Lentes de contato com microcircuitos eletrônicos integrados serão capazes de projetar imagens diretamente na retina, criando telas que permitirão uma experiência inédita de realidade virtual e realidade aumentada.

==========================================================

Sem mais cegos por causa dessa doença filha da puta!


terça-feira, dezembro 21, 2010

Transplante de animais para humanos é aprovado na Rússia

      O primeiro tratamento de xenotransplante (onde as células, tecidos ou órgãos animais são transplantadas para humanos) foi aprovado para uso comercial na Rússia.


      A terapia, desenvolvida pela empresa neozelandesa Living Cell Technologies (Tecnologia de Células Vivas) serve para tratamento de diabetes tipo 1. Eles retiram as células produtoras de insulina do porco e implantam no pâncreas de humanos, que passam a controlar melhor a diabetes.

      O tratamento consiste em implantar cirurgicamente as células do suíno tratadas para o pâncreas da pessoa portadora de diabetes. A cobertura de algina, substância extraída de uma alga, impede que o sistema imunológico humano rejeite a célula estranha do animal.

      A insulina é essencial para o controle dos níveis de glicose (açúcar) no sangue. Mas quem tem diabetes tipo 1 destrói as células produtoras de insulina no pâncreas e precisa de injeções diárias de insulina. Um cálculo errado na hora de aplicar substância pode fazer com que os níveis de glicose variem demais, causando desmaios e problemas cardiovasculares e nervosos. O paciente pode ter sua expectativa de vida muito reduzida.

      Nos testes russos, oito pessoas portadoras de diabetes tipo 1 receberam o tratamento em 2007, e continuaram com as injeções diárias de insulina. Um ano depois, seis pacientes mostraram melhora no controle de glicose no sangue e conseguiram diminuir as doses diárias de insulina. Dois deles puderam parar com as injeções por oito meses. Uma pessoa abandonou o teste, e a última não apresentou melhora.


Tirada da Revista Galileu.

quinta-feira, novembro 18, 2010

Cientistas capturam antimatéria

      Pesquisadores do CERN anunciaram a produção de átomos de antihidrogênio, que ajudarão a elucidar um dos mistérios do universo.

      Pesquisadores do CERN, onde fica o LHC, mostraram ontem, quarta-feira do dia 17, que conseguiram capturar átomos de antimatéria.

      Matéria e antimatéria são idênticas, exceto pela carga elétrica oposta. Cientistas acreditam que na explosão do Big-Bang, matéria e antimatéria foram produzidas em quantidades iguais. O universo é composto apenas por matéria, a antimatéria parece ter desaparecido.


      Para descobrir o que aconteceu com a antimatéria, cientistas utilizaram o hidrogênio, cujo átomo é composto de um próton e um elétron, e tentaram verificar se seu contraponto, o antihidrogênio, comportaria-se da mesma maneira.


      Os átomos de antihidrogênio foram criados a vácuo. Como matéria e antimatéria se aniquilam quando reunidas, os átomos de antihidrogênio têm expectativa de vida muito curta. O experimento estendeu a duração da antimatéria usando fortes campos magnéticos para prendê-la e evitar que entrasse em contato com a matéria. O experimento, que recebeu o nome de ALPHA, mostrou que é possível capturar átomos de antihidrogênio por cerca de um décimo de segundo. 

      Dos milhares de átomos capturados, 38 foram capturados por tempo suficiente para serem estudados.

       "Por razões que ainda ninguém entende, a natureza descartou a antimatéria. Assim, é muito gratificante olhar para o dispositivo ALPHA e saber que ele capturou átomos de antimatéria", disse Jeffrey Hangst da Universidade de Aarhus, Dinamarca, porta-voz do experimento. "Isto nos inspira a trabalhar muito mais para ver se a antimatéria tem algum segredo."


      Em outro experimento envolvendo antimatéria, o programa Asacusa, também do Cern, foi demonstrada uma nova técnica para produzir átomos antihidrogênio mais perenes. O estudo ainda será publicado no periódico científico Physical Review Letters. "Com dois métodos de produção e, eventualmente, estudo de antihidrogênio, a antimatéria não será mais capaz de esconder suas propriedades por muito mais tempo", disse Yasunori Yamazaki, do Centro de Pesquisas Riken, no Japão, e integrante da Asacusa.

"Ainda há um caminho para percorrer, mas estamos muito felizes de ver como esta técnica funciona."

 Tirada do Último Segundo. <- Muito obrigado! *-*

 =====================================================

Antimatéria criada *--------------------------* Um putaputaputa passo para desvendar muitos mistérios do universo.

 ======================================================

 Bom começo de quinta-feira! :} 

terça-feira, novembro 09, 2010

LHC em nova fase de colisões com íons

      O Centro de Pesquisa Nuclear Europeu (CERN) anunciou hoje uma mudança nas pesquisas do LHC.

       Deste momento em diante, o LHC irá acelerar e colidir íons de chumbo (átomos do metal sem seus elétrons).

      A mudança marca uma nova fase de explorações do LHC. A colisão de íons pesados, como os de chumbo, é um laboratório para estudar matérias muito quentes, muito densas, similares às encontradas no início do universo.

       Um dos objetivos da nova fase é produzir pequenas quantidades dessa matéria, conhecida como plasma “quark-gluon”, e estudar sua evolução até o tipo de matéria que compõe o universo hoje. As colisões podem ajudar a entender as propriedades das interações fortes, que únem as partículas chamadas quarks a objetos maiores, como prótons e nêutrons.

       O LHC já havia alcançado seus objetivos deste ano ao colidir prótons com a energia recorde de 7 trilhões de elétron-volts (TeV). Um elétron volt (eV), é a energia adquirida por um elétron quando acelerado através de uma diferença de potencial de 1 volt. Com isso, a máquina conseguiu encerrar as pesquisas estipuladas para os prótons e alcançou resultados significativos, como a validação de alguns aspectos do modelo padrão das forças e partículas.

       O principal objetivo para 2011 agora é coletar dados suficiente para cruzar uma nova fronteira da física, trabalhando com íons. O LHC vai usar íons de chumbo até 6 de dezembro, antes de uma parada para manutenção. As operações começam de novo em fevereiro de 2011.

Tirada do Circuito Mato Grosso.

quinta-feira, novembro 04, 2010

Robô que lava cabelo de pessoas usando 16 dedos

      Um robô capaz de lavar os cabelos das pessoas foi apresentado durante a Home Care and Rehabilitation Expo 2010, que aconteceu em Tóquio.


       O robô possui 16 "dedos" que massageiam a cabeça das pessoas durante a lavagem. Dependendo do corte atual do cabelo (comprido, curto, franja, etc) e formato da cabeça, o robô é programado para uma lavagem diferente que é identificada por um scanner 3D.





Tirada do Olhar Digital.

quarta-feira, novembro 03, 2010

sexta-feira, outubro 29, 2010

Melhor computador do mundo apresentado pela China

      China apresentou o computador mais poderoso no mundo.


      Os Estados Unidos ocupavam a primeira posição com o XT5 Jaguar, do Oak Ridge National Laboratory. O Tianhe-1A é quem lidera agora, na frente da máquina norte-americana. Tianhe-1A é capaz de efectuar mais de 2,5 mil triliões de cálculos num segundo, sendo “47 por cento mais rápido” que o XT5 Jaguar, segundo Jack Dongarra, professor na Universidade do Tenessee, que participa na elaboração do Top 500.

      “É tudo verdade. Estive na China na semana passada, falei com os designers, vi o sistema e verifiquei os resultados”, disse Dongarra à BBC News.

      A classificação dos computadores mais poderosos é responsabilidade da Top 500, organização que mantém o ranking das 500 máquinas mais poderosas do mundo atualizado.

Tirada do Ip Jornal.

quinta-feira, outubro 28, 2010

Forças Armadas dos EUA desenvolvem uma pequena Skynet

      Militares norte-americanos criaram uma rede que pode ser capaz de realizar análise de dados e percepção sensorial, com processamento visual, acústico e classificação de objetos ou atividades.

      No filme "O Exterminador do Futuro", um andróide com habilidades militares foi enviado ao passado para dar fim à vida de um garoto, que posteriormente seria o principal responsável por uma revolução contra as máquinas.


      Quem articula esta incursão assassina é na verdade a Skynet, um tipo de inteligência artificial que opera em uma rede, composta de robôs e sistemas de computador. Por acaso, a Skynet voltou-se contra seus criadores, os humanos.

      A mini-Skynet criada, tem como objetivo expandir e sofisticar as capacidades de análise em situações de perigo.

      Por mais que os soldados sejam profissionais altamente treinados, eles são humanos e suscetíveis a falhas.

      Uma vez que computadores e robôs e possuem um poder de processamento de informação muito mais avançado que o cérebro humano, usar este tipo de tecnologia se tornou uma alternativa interessante às forças armadas.

      Tony Falcone, porta-voz da DARPA (Agência de Pesquisa e Projetos Avançados de Defesa), disse que, apesar dos desafios que um projeto desses representa, a rede neural proposta pode dar às máquinas um poder de aprendizado nunca visto antes.


      “Temos muito trabalho pela frente. Para se ter uma ideia, o sistema ótico humano utiliza seis camadas de processamento cortical, além de todos os pré-processamentos realizados pela retina. Conseguiremos os mesmos resultados, ou melhores, com duas ou três camadas computacionais. Um aprendizado tão profundo não pode ser feito com um programa biomimético (que utiliza a simulação e repetição de padrões e processos pré-estabelecidos), mas acreditamos que os sistemas biológicos apresentam uma economia de complexidade, porém temos que ir mais a fundo e ter mais camadas. Estamos apenas começando a entender como fazer isso.”

Tirada do site Geek.

Boa quarta-feira! \o,

quarta-feira, outubro 27, 2010

Robô capaz de ler a mente e "aprender" em desenvolvimento

      Pesquisadores da Universidade de Washington inovam tecnologia da interface cérebro-computador (ICC) e ensinam novas habilidades a robôs através de sinais cerebrais.

      A pesquisa ICC tem atingido seu auge em “substitutos robóticos” que oferecem a pessoas paralisadas a liberdade para explorar o ambiente, manipular objetos, etc.


      O cérebro gera um sinal involuntário (conhecido como P300 ou P3) toda vez que reconhece um objeto. Este sinal é causado por milhões de neurônios de forma sincronizada. Essa informação tem sido usada por muitos pesquisadores para criar aplicativos ICC que permitem aos usuários soletrar uma palavra, identificar imagens, entre outras coisas.

      Recentemente, os pesquisadores programaram um robô humanóide com comportamentos simples, que os usuários poderiam selecionar através de fios de eletroencefalograma (EEG) que pegam sua atividade cerebral.

      O objetivo inicial da equipe era que o usuário enviasse um comando para o robô processá-lo em um movimento. No entanto, isso requer a programação do robô com um conjunto pré-definido de comportamentos muito simples, uma abordagem que os pesquisadores acharam muito limitante.

      A ideia passou a ser de dar ao robô a capacidade de aprender, o que permitiria uma maior amplitude de movimentos e respostas.

      Segundo os pesquisadores, o cérebro está organizado em vários níveis de controle. Os circuitos de baixo nível cuidam de comportamentos como caminhar, enquanto o nível mais elevado permite que você execute outros comportamentos.

      Por exemplo, dirigir um carro pela primeira vez exige aprendizagem, e mais tarde torna-se um comportamento de baixo nível quase autônomo, que faz com que você consiga reconhecer e acenar para um amigo na rua enquanto está dirigindo.

      A equipe da pesquisa quer emular esse tipo de comportamento, embora de uma forma mais simplista, e para isso estão desenvolvendo uma interface “hierárquica” cérebro-computador para controlar um robô.

      Um comportamento ensinado inicialmente pelo usuário será traduzido em um comando de nível superior. Quando pedido mais tarde, os detalhes do comportamento serão totalmente manipulados pelo robô.

      Uma vez que uma pessoa coloca a “touca” de EGG, ela pode optar por ensinar ao robô uma nova habilidade, ou executar um comando conhecido através de um menu. No modo “ensinar”, algoritmos de aprendizado da máquina são utilizados para mapear as leituras dos sensores do robô a comandos apropriados.

      Se o robô for bem sucedido na aprendizagem do novo comportamento, o usuário pode pedir que o sistema o armazene como um comando de alto nível novo, que aparecerá na lista de opções disponíveis da próxima vez.


      A interface adaptativa do cérebro é extremamente útil porque pode permitir aos pacientes paralisados ensinar diretamente um robô a fazer algo, libertando-os da necessidade de usar mouse, teclado ou telas sensíveis ao toque, que são feitas para usuários mais capazes.

      O principal desafio no momento é conseguir que o sistema seja preciso, tendo em vista o quão ruidosos podem ser os sinais de EEG. O EEG pode ser usado para ensinar habilidades simples aos robôs, como navegar para um local novo, mas os pesquisadores não esperam ensinar ao robô habilidades complexas que envolvem muita manipulação, como abrir um frasco de remédio ou amarrar um sapato.

      O protótipo mais recente da equipe é o robô “Mitra”, que significa “amigo”. É um humanóide de dois metros de altura que pode caminhar, procurar objetos familiares e pegar ou largar objetos.

      A equipe está construindo uma ICC que pode ser usada para treinar o Mitra a andar para locais diferentes dentro de um quarto.

      Segundo os pesquisadores, pode ser possível atingir um grau maior de controle, quer através da utilização de uma ICC invasiva, ou permitindo ao usuário selecionar vídeos de ações humanas que o robô poderá tentar aprender.

      Um esforço paralelo do mesmo laboratório está trabalhando em imitações baseadas em algoritmos de aprendizagem que permitem que um robô imite ações complexas, como chutar uma bola ou levantar objetos, só de assistir um ser humano realizar a tarefa.

Tirada do HypeScience.

quarta-feira, setembro 29, 2010

Cientistas estão a desenvolver uma vacina com capacidade de deter vírus da AIDS


Com a nova técnica, até o vírus da Aids poderá ser destruído (teoricamente).


      Uma das idéias mais viáveis no meio científico para a criação de uma vacina contra o HIV é bastante simples. Na teoria, o sistema imunológico precisaria apenas aprender a reconhecer a estrutura de proteínas que envolve o vírus e produzir os anticorpos necessários para neutralizá-lo. A estratégia, então, seria desenvolver uma vacina que quebrasse o vírus em pedaços menores antes deles serem “atacados” pelo sistema imunológico.

       O problema, no entanto, é que quando o vírus HIV é quebrado, ele muda de formato e deixa de ser reconhecido pelo organismo. Mas uma equipe do National Institute of Allergy and Infectious Diseases, dos Estados Unidos, acaba de desenvolver uma técnica que pode ser a solução para o problema (e significar a produção de vacinas não somente contra a Aids, mas quaisquer outros tipos de doenças causadas por vírus).

      A estratégia criada pela equipe americana consiste em extrair uma pequena porção reconhecível pelos anticorpos da estrutura do vírus e substituí-la por outra produzida em laboratório. Esse pedaço artificial introduzido no vírus seria o suficiente para que ele não mudasse seu formato e continuasse a ser reconhecido pelo sistema imunológico. Em tese, quando essas partículas artificiais são introduzidas no organismo, o corpo as reconhecem como corpos estranhos e cria anticorpos para combatê-las. Ao criar esse “exército”, o organismo estaria se armando o suficiente para impedir a proliferação do vírus e suas possíveis infecções.

      Para os médicos envolvidos na pesquisa, os resultados demonstram que a técnica pode ser a resposta mais plausível na criação de uma vacina contra determinados tipos de vírus. Mas os cientistas ainda precisam melhorar alguns pontos para que a estratégia comece a ser usada (e testada) no tratamento da Aids.
 Tirada do site da Revista Veja.
=======================================================
Falta pouco para a cura contra a AIDS *-*

segunda-feira, setembro 20, 2010

Avião movido à energia solar voará por 5 anos sem nenhuma parada

      A fabricante americana de aviões Boeing está desenvolvendo uma aeronave que não necessitará de tripulação, e será abastecida com a energia solar que poderá voar por cinco anos ininterruptos.

Desenho - como será o avião

      O avião nomeado Solar Eagle está sendo desenvolvido para sobrevoar a alta atmosfera terrestre (acima de 18 quilômetros de altura), enviando informações de vigilância e inteligência. O projeto custará 89 milhões de dólares.

      A pesquisa está sendo financiada pela Defense Advanced Research Projects Agency (Darpa), agência do exército americano responsável pelo desenvolvimento de novas tecnologias militares. A Darpa foi responsável pela criação da estrutura que depois daria origem à internet. Quem está executando o projeto é a Phantom Works, braço de pesquisas da Boeing. A divisão também está trabalhando em outros projetos de aviões militares não tripulaos, como um avião caça e um movido a hidrogênio.

      Durante a fase de testes, o Solar Eagle permanecerá na alta atmosfera por 30 dias, coletando energia solar durante o dia que será usada para fornecer energia durante a noite. A aeronave terá motores elétricos de alto desempenho espalhados em uma asa de 120 metros, 10 metros a mais que o comprimento do campo de futebol no estádio do Maracanã. O voo de estreia está previsto para 2014.

Tirada da revista Veja.

Boa segunda-feira! Principalmente aos gaúchos. :}

quinta-feira, setembro 16, 2010

Carro para pessoas cegas em 2011



       Pesquisadores adaptaram inicialmente um buggy para o experimento com os motoristas cegos.


      No futuro, poderá ser comum os cegos dirigirem, sem(obviamente) os riscos. Pesquisadores da Universidade Virginia Tech, juntamente com a Federação Nacional dos Cegos dos Estados Unidos, planejam apresentar em 2011 o protótipo de um carro totalmente adaptado às necessidades dos portadores de deficiências visuais.

      O modelo idealizado pelos pesquisadores tem o objetivo de que o proprietário cego conduza o automóvel sem qualquer ajuda de terceiros.


      Um recurso conhecido como “interface não visual” vai permitir a façanha. Tratam-se de sensores que registram todos os acontecimentos ao redor do veículo enviando mensagens para um sistema central que vai orientar o motorista. Um exemplo de recurso serão as chamadas luvas vibratórias, que alertarão o motorista sobre curvas no trajeto.
      “Os testes podem mostrar ao público que os cegos possuem as mesmas capacidades de demais pessoas”, explica o presidente Federação, Marc Maurer, segundo reportagem do site de notícias sobre tecnologia TG Daily. 
      O primeiro carro adaptado para ser dirigido por cegos  será apresentado na pista de corrida de Daytona, na Flórida, em janeiro de 2011. Um Ford Escape deverá ser o carro utilizado para testar a adaptação.
Um vídeo que demonstra como funcionará o carro no futuro:
Tirada da revista Veja. 
Boooooooooa quinta-feira! 
Quiet Time at the Lake Gif - Quiet Time at the Lake

quarta-feira, setembro 15, 2010

Até 2050, time de robôs vencerá melhor seleção de futebol do mundo, segundo cientista

Complexidade do futebol poderá fazer a inteligência artificial dos robôs avançar


      Uma pesquisa no periódico americano WIREs Cognitive Science defende que o progresso na robótica será tão grande nos próximos anos a ponto de um time de futebol composto por robôs ser capaz de derrotar os melhores jogadores humanos. A análise revela como a construção de robôs que jogam futebol está favorecendo o desenvolvimento de inteligência artificial e tecnologia robótica que poderá ser usada em missões de busca e atividades em casa.

      De acordo com o especialista australiano Claude Sammut, diretor do Centro de Excelência para Sistemas Autônomos da Universidade de New South, "o futebol é uma atividade útil para cientistas que desenvolvem inteligência artificial em robôs". Segundo Sammut, as máquinas precisam perceber o ambiente, usar seus sensores e construir um modelo para tomar decisões e ações apropriadas. O australiano explica que os robôs conseguem se localizar e se orientar reconhecendo pontos específicos do campo de futebol, como as traves e as linhas laterais.

      Os organizadores da RoboCup esperam que o futebol seja o elemento motivador para que engenheiros de todo mundo possam aplicar os conceitos de inteligência artificial em missões de busca e tarefas de casa. Os robôs precisam mapear os arredores e reagir instantaneamente, o que requer avanços maiores na tecnologia de inteligência artificial.

      Os engenheiros da RoboCup esperam construir um "time dos sonhos" composto apenas por robôs, capaz de derrotar a seleção campeã da Copa do Mundo de futebol. "Em 1968, John McCarthy e Donald Michie apostaram com o campeão de xadrez David Levy que nos 10 anos seguintes um programa de computador seria capaz de derrotá-lo", disse Sammut. "Levou-se um pouco mais de tempo mas esses programas passaram a existir. É com esse mesmo espírito que pretendemos daqui a 10 copas, ou até 2050, desenvolver uma equipe de robôs completamente autônoma que conseguirá vencer a equipe campeã do mundo".

Tirada do Abril.

terça-feira, setembro 14, 2010

Cientistas criam pele-robô

Cientistas da Universidade de Califórnia, Berkeley, criaram um material electrônico sensível à pressão, usando nano-fios semicondutores, que podem ser usados como um tipo de "pele artificial".


       Este novo tipo de pele artificial, chamada “e-skin“, é o primeiro material do tipo a feito totalmente de semicondutores mono-cristalinos inorgânicos.

       “O objetivo é ter um material que funcione tal e qual como a pele humana, o que significa incorporar a habilidade de sentir e tocar em objetos”, disse Ali Javey.

       A pele artificial sensível ao toque ajudaria a ultrapassar um dos maiores obstáculos na Robótica: adaptar a quantidade de força necessária para segurar e manipular uma variedade ampla de objectos.

       “Normalmente os seres humanos sabem como segurar um ovo frágil sem o partir. Se algum dia quisermos um robo capaz de tirar a loiça de uma máquina, por exemplo, iríamos querer ter a certeza que o robô não iria partir os copos de vinho no processo. Mas também iríamos querer que o robô fosse capaz de pegar numa chaleira sem a deixar cair”, disse Jarvey.

       Um dos principais objetivos, seria usar a e-skin para restaurar o sentido do toque em pacientes com próteses. Este objetivo iria requerer avanços tecnológicos significativos na integração de sensores electrônicos com o sistema nervoso humano.

       Os investigadores demonstraram a habilidade da e-skin de detectar níveis de pressão entre os 0 e os 15 kilopascais, uma amplitude comparada à força necessária a aplicar para executar tarefas diárias como escrever usando um teclado ou segurar um objecto.

       “Esta á primeira integração a nível microscópico de nano-fios ordenados para um sistema funcional (a e-skin). É uma técnica que pode ser melhorada. O limite do tamanho da e-skin que nós produzimos é o limite de ferramentas de processamento que possuímos.” disse o responsável pelo projeto Kuniharu Takei.

Tirada do Ip Jornal.

Boa terça-feira! :}

segunda-feira, setembro 13, 2010

Pesquisadores criam robôs capazes de enganar

      Pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Geórgia, nos Estados Unidos, desenvolveram robôs capazes de fraudar e enganar.

Ronald Arkin e Alan Wagner transferiram para seus robôs a capacidade de fraudar e enganar

      Segundo os pesquisadores, os robôs foram projetados para criar pistas falsas, gerar comunicações fraudulentas e se esconder de forma a se beneficiarem e não serem encontrados.

      "Nós desenvolvemos algoritmos que permitem que um robô determine se ele deve enganar um homem ou outra máquina inteligente e criamos técnicas que ajudam o robô a selecionar a melhor estratégia para ludibriar e reduzir a chance de ser descoberto," conta Ronald Arkin, um dos criadores dos robôs.

quinta-feira, setembro 09, 2010

Estudantes criaram cobra-robô capaz de subir em árvores

Estudantes de robótica da Carnegie Mellon University, em Pitsburgo (EUA), criaram um robô em formato de cobra capaz de reproduzir todos os movimentos do réptil.

  
      Imitando os movimentos do réptil (inclusive subir em árvores), o CMU Snakebots, como foi chamado, foi construído a partir de segmentos repetidos de sensores e atuadores, o que possibilita que seu comprimento seja facilmente ajustado.

Abaixo, uma demonstração do robô subindo em uma árvore:

 

Tirada do Globo.

Boa sexta-feira! \o,

segunda-feira, setembro 06, 2010

Nasa planeja missão ao Sol para 2018

      A NASA apresentou um novo projeto com a finalidade de entrar na atmosfera solar.


      Esse projeto conta com uma sonda, designada de Solar Probe Plus (SPP),  que vai ter por objetivo recolher o máximo de informação possível, antes de ser destruída pelas elevadas temperaturas do Sol.

      “As experiências são especificamente desenhadas para resolver duas questões-chave da física do Sol (porque é que a atmosfera exterior é muito mais quente do que a superfície visível e o que é que origina o vento solar que afecta a Terra e o nosso sistema)”, explica Dick Fischer, director da divisão de Heliofísicas da NASA em Washington, num comunicado emitido na quinta-feira.“Lutamos com estas questões há décadas e esta missão vai finalmente dar-nos uma resposta.”

      Para a SPP conseguir suportar as elevadas temperaturas e os altos níveis de radiação, este será protegida por escudo de carbono composto aquecido que ainda está por construir. O custo da missão rondará os 139 milhões de euros.

      Esta é a primeira vez que se constrói uma sonda para pesquisar tão directamente o Sol. O projeto tem como objectivo recolher amostras da corona (atmosfera exterior do Sol), que é um plasma com partículas carregadas.

      A sonda vai estar equipada com instrumentos como um detector de vento solar, uma câmara 3D e um aparelho para medir o campo magnético. “Pela primeira vez, vamos ser capazes de tocar, provar e cheirar o nosso Sol”, disse Lika Guhathakurta, um dos cientistas do programa.

Tirada do Ip Jornal.

Ótimo começo de semana! \o,

segunda-feira, agosto 30, 2010

Som das estrelas ajuda na busca por planetas habitáveis

      Em uma tentativa de elucidar questões ainda misteriosas sobre o Sol, incluindo os impactos do seu ciclo de 11 anos sobre a Terra, uma equipe internacional de cientistas decidiu sondar uma estrela bem mais distante.

A sismologia estelar poderá abrir caminho para a observação da atividade magnética de centenas de estrelas, ajudando a avaliar novos sistemas solares com potencial de abrigar vida.

      Ao monitorar as ondas sonoras emitidas pela estrela, a equipe observou um ciclo análogo ao ciclo magnético do Sol.

      "Essencialmente, a estrela está tocando como um sino," diz Travis Metcalfe, coautor da pesquisa.

      A equipe examinou as oscilações acústicas da estrela usando uma técnica chamada "sismologia estelar".

      Os cientistas estudaram uma estrela conhecida como HD49933, que está localizada a 100 anos-luz da Terra, na constelação do Unicórnio.

      Eles detectaram a assinatura de "manchas estelares", áreas de intensa atividade magnética na superfície da estrela que são semelhantes às manchas solares.

      "Conforme ela se move através de seu ciclo, o tom e o volume dos sons se alteram em um padrão muito específico, deslocando-se para tons mais elevados com volumes mais baixos no auge do seu ciclo magnético."

      A sismologia estelar poderá abrir caminho para a observação da atividade magnética de centenas de estrelas, ajudando a avaliar novos sistemas solares com potencial de abrigar vida. Poderá ser especialmente útil para se entender os processos de atividade magnética que ocorrem dentro do Sol, inteiramente ligados à influência do Sol sobre o clima da Terra. 

Robôs-nadadores poderão limpar vazamentos de petróleo no futuro

      O instituto Tecnológico de Massachussets (MIT), nos Estados Unidos, anunciou a criação de um robô capaz de fazer esse serviço.



      Os pesquisadores desenvolveram um protótipo, mas afirmam que é preciso haver um verdadeiro exército desses pequenos robôs-nadadores (com o preço unitário, atualmente, de 20.000 dólares), se a empreitada de limpeza for uma mancha de grande porte, como a que se despejou no Golfo do México há pouco mais de quatro meses.

      O robô, possui um sistema de esteiras, que é responsável por armazenar o óleo. A máquina tem um mecanismo que pode detectar, no mar, onde estão as principais concentrações de óleo. O sistema inteligente (monitorado por GPS) também inclui uma locomoção eficiente pela água, como um barco a motor.

      E o óleo recolhido pelo robô aquático não é desperdiçado. Pode ser queimado e usado como combustível para locomoção do próprio robô, ou armazenado para ser reciclado. Os criadores da máquina afirmam que, se esse sistema já estivesse em funcionamento no grande vazamento americano do último mês de abril, os robôs poderiam limpar todo o vazamento, em dois meses por um custo entre 100 e 200 milhões de dólares. O vazamento, sem essa tecnologia, causou um prejuízo superior a um bilhão, e ainda não foi completamente eliminado mais de 4 meses após o incidente.

       A expectativa é de que já haja uma frota desses robôs, prontos para funcionamento , dentro de um ano.

Tirada do Hype Science.

quarta-feira, agosto 25, 2010

Japoneses criam máquina farejadora

Cientistas usaram DNA de insetos e ovos de sapo modificados geneticamente

       Cientistas japoneses conseguiram criar um sensor de odores colocando o DNA de insetos dentro de ovos de sapo. A pesquisa, publicada no periódico de ciências Proceedings of the National Academy of Sciences, da Universidade de Stanford, tem como objetivo criar aparelhos capazes de detectar com precisão, gases como o dióxido de carbono.

      Os pesquisadores do Instituto de Ciência Industrial da Universidade de Tóquio pegaram o DNA de três insetos (mariposa, traça-das-crucíferas (uma praga que costuma atacar os repolhos) e mosca da fruta), e colocaram em ovos de sapo geneticamente modificados. Os ovos foram inseridos em um cartucho, dentro de um robô, que mexia a cabeça ao captar cheiros.

      Os segmentos de DNA retirados dos insetos são responsáveis pela detecção de odores e gases. A mosca da fruta encontra os humanos sentindo o cheiro de dióxido de carbono (CO2) que emitimos ao respirar. A invenção japonesa pode usar o mesmo princípio para detectar o CO2 na atmosfera.

Tirada do Abril.

Boa quarta-feira! \o,