Anos atrás, grupos de astrônomos descobriram uma inusitada "bolha de sabão" cósmica.
O telescópio Hubble capturou então, a imgem que os astronomos descobriram, situado na galáxia vizinha, a Grande Nuvem de Magalhães.
Os astrônomos acreditam que a bolha espacial formou-se a partir da explosão de uma supernova, ocorrida há quatro séculos. Seu nome é SNR B0509-67.5, ou SNR 0509.
Em seu interior há um ambiente de grande agitação, onde remanescentes da explosão inicial a fazem crescer a mais de 18 milhões de quilômetros por hora (a SNR 0509 já tem 23 anos-luz de diâmetro).
As ondulações vistas na superfície externa da bolha podem ser causadas por variações sutis na densidade do gás ambiente interestelar, ou serem geradas do interior por fragmentos da explosão inicial.
Eles acreditam que essas supernovas são geradas quando uma estrela anã branca, em um sistema binário, rouba mais material de sua parceira do que consegue suportar e explode. No caso da bolha espacial, a explosão parece ter ocorrido há cerca de 400 anos.
Tirada do Inovação Tecnológica.
Boa quinta-feira! \o,
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quinta-feira, dezembro 16, 2010
quarta-feira, outubro 20, 2010
Hubble captura nebulosa planetária há 6.500 anos-luz da Terra
A Nasa divulgou recentemente uma imagem feita pelo Telescópio Espacial Hubble da nebulosa planetária NGC 6210. Localizada a 6.500 anos-luz da Terra, na constelação de Hércules, a nebulosa foi descoberta em 1825 pelo alemão Friedrich Georg Wilhelm Struve.
As nebulosas planetárias não estão relacionadas a planetas, são chamadas assim porque se pareciam com corpos planetários quando vistas nos pequenos telescópios dos séculos passados. NGC 6210 é o vestígio final de uma estrela um pouco menor que o Sol.
A imagem do Hubble detalha a estrutura interna da nebulosa, mostrando a estrela ao centro cercada por uma bolha azulada. A bolha está sobreposta a uma nuvem de gás avermelhado.
Tirada do Estadão.
Sem tempo hoje, boa quarta-feira! \o,
As nebulosas planetárias não estão relacionadas a planetas, são chamadas assim porque se pareciam com corpos planetários quando vistas nos pequenos telescópios dos séculos passados. NGC 6210 é o vestígio final de uma estrela um pouco menor que o Sol.
A imagem do Hubble detalha a estrutura interna da nebulosa, mostrando a estrela ao centro cercada por uma bolha azulada. A bolha está sobreposta a uma nuvem de gás avermelhado.
Tirada do Estadão.
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quinta-feira, outubro 14, 2010
Hubble captura vestígios de colisão entre asteróides
O telescópio Hubble conseguiu capturar imagens de uma colisão de asteróides em formato de "X" e com uma cauda que se assemelha à de um cometa.
Astrônomos começaram a rastrear o objeto desde as primeiras imagens feitas em janeiro, acreditando que se tratava de uma colisão recente, os dados obtidos desde então mostram que o choque ocorreu no início de 2009.
"Esperávamos que o campo de destroços se expandisse dramaticamente, como estilhaços partindo de uma granada", disse David Jewitt, da Universidade da Califórnia em Los Angeles.
"Mas o que aconteceu foi o oposto. Determinamos que o objeto está se expandindo bem devagar".
O objeto chamado P/2010 A2, foi avistado percorrendo o cinturão de asteróides, um reservatório de milhões de objetos rochosos localizado entre Marte e Júpiter. Estima-se que asteroides de tamanho médio colidam entre si aproximadamente uma vez ao ano. Quando se chocam, os objetos lançam poeira no espaço.
Até agora, os astrônomos contavam apenas com modelos matemáticos da frequência de choques e da quantia de poeira produzida.
Observar impactos de asteroides entre si é difícil porque os grandes choques são raros, e os pequenos, como o que gerou P/2010 A2, são muito fracos. Os asteroides que formaram P/2010 A2 eram desconhecidos, porque eram pequenos demais para terem sido observados.
Jewitt diz que ainda não é possível descartar de vez explicações alternativas, como um asteroide que esteja perdendo massa por conta de uma aceleração de sua rotação. As imagens, feitas entre janeiro e maio deste ano, revelam um objeto pontual com cerca de 100 metros de diâmetro, com uma longa cauda fluindo a partir do padrão "X". O tamanho das partículas na cauda parece ser de no máximo 3 centímetros.
Tirada do Estadão.
Boa quinta-feira! \o,
Astrônomos começaram a rastrear o objeto desde as primeiras imagens feitas em janeiro, acreditando que se tratava de uma colisão recente, os dados obtidos desde então mostram que o choque ocorreu no início de 2009.
"Esperávamos que o campo de destroços se expandisse dramaticamente, como estilhaços partindo de uma granada", disse David Jewitt, da Universidade da Califórnia em Los Angeles.
"Mas o que aconteceu foi o oposto. Determinamos que o objeto está se expandindo bem devagar".
O objeto chamado P/2010 A2, foi avistado percorrendo o cinturão de asteróides, um reservatório de milhões de objetos rochosos localizado entre Marte e Júpiter. Estima-se que asteroides de tamanho médio colidam entre si aproximadamente uma vez ao ano. Quando se chocam, os objetos lançam poeira no espaço.
Até agora, os astrônomos contavam apenas com modelos matemáticos da frequência de choques e da quantia de poeira produzida.
Observar impactos de asteroides entre si é difícil porque os grandes choques são raros, e os pequenos, como o que gerou P/2010 A2, são muito fracos. Os asteroides que formaram P/2010 A2 eram desconhecidos, porque eram pequenos demais para terem sido observados.
Jewitt diz que ainda não é possível descartar de vez explicações alternativas, como um asteroide que esteja perdendo massa por conta de uma aceleração de sua rotação. As imagens, feitas entre janeiro e maio deste ano, revelam um objeto pontual com cerca de 100 metros de diâmetro, com uma longa cauda fluindo a partir do padrão "X". O tamanho das partículas na cauda parece ser de no máximo 3 centímetros.
Tirada do Estadão.
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quarta-feira, outubro 13, 2010
Foto espacial: Aglomerado de estrelas NGC 6934
As estrelas estão ligadas uma às outras através da gravidade e muitas delas são muito mais velhas do que as estrelas que temos dentro do disco da nossa galáxia.
Estima-se que as estruturas brilhantes tenham cerca de 10 bilhões de anos. Esse brilhante aglomerado de estrelas, o NGC 6934 está a cerca de 50 mil anos-luz de distância, na constelação Delphinus. Graças a essa foto, tirada pelo Hubble, estimamos seu comprimento (50 anos luz de comprimento).
Tirada do Hypescience.
Boa quarta-feira! \o,
Estima-se que as estruturas brilhantes tenham cerca de 10 bilhões de anos. Esse brilhante aglomerado de estrelas, o NGC 6934 está a cerca de 50 mil anos-luz de distância, na constelação Delphinus. Graças a essa foto, tirada pelo Hubble, estimamos seu comprimento (50 anos luz de comprimento).
Tirada do Hypescience.
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segunda-feira, outubro 11, 2010
Hubble captura a imagem de uma estranha espiral celeste
A imagem captada pelo Telescópio Hubble mostra o que parece ser uma espiral fina, com uma regularidade impressionante, enrolando-se ao redor de uma estrela (a estrela propriamente dita, imagina-se, está no centro, escondida pela poeira).
O padrão espiral sugere uma origem regular e periódica, capaz de explicar a criação do formato de uma nebulosa.
O material que forma a espiral está se movendo para fora a uma velocidade de cerca de 50.000 quilômetros por hora. Combinando essa velocidade com a distância entre as camadas, os astrônomos calculam que as diversas camadas da espiral estão separadas umas das outras por cerca de 800 anos.
Tirada do Inovação Tecnológica.
O padrão espiral sugere uma origem regular e periódica, capaz de explicar a criação do formato de uma nebulosa.
O material que forma a espiral está se movendo para fora a uma velocidade de cerca de 50.000 quilômetros por hora. Combinando essa velocidade com a distância entre as camadas, os astrônomos calculam que as diversas camadas da espiral estão separadas umas das outras por cerca de 800 anos.
Tirada do Inovação Tecnológica.
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terça-feira, setembro 28, 2010
Hubble confirma matéria escura
No mapa feito durante o estudo, as estruturas em branco, ciano e verde estão mais próximas do que aquelas em laranja e vermelho.
Uma análise feita pelo Telescópio Espacial Hubble confirmou a existência da misteriosa aceleração cósmica, causada por forças invisíveis no Universo.
De acordo com a teoria, o Universo que conhecemos, composto de matéria visível, corresponde a apenas 4% de tudo o que há no cosmos.
Já o Universo invisível é composto de matéria escura e energia escura. Apesar de não se saber ao certo o que são esses componentes, astrônomos acreditam que eles existem por causa dos seus efeitos na movimentação de corpos celestes.
Ao observar galáxias, por exemplo, cientistas notam uma diferença entre a gravidade existente e a quantidade de matéria visível (o que os leva a supor que existe algo que não enxergamos, mas que possui massa). Acredita-se que 20% do Universo é composto de matéria escura e, o restante, da chamada energia escura.
Agora, cientistas conseguiram mais uma forte prova da existência desses componentes. Um grupo de astrônomos liderados por Tim Schrabback, do Leiden Observatory, conduziu um estudo com mais de 446 mil galáxias. Todas elas estavam dentro do campo de visão do Cosmological Evolution Survey (COSMOS), a maior pesquisa já feita pelo Hubble.
Considerada uma das mais precisas amostras da diversidade do Universo, a COSMOS fotografou 575 visões ligeiramente sobrepostas da mesma parte espaço e criou como que uma reconstrução em 3D da área.
Além dos dados do Hubble, os pesquisadores usaram observações em terra para estabelecer as distâncias entre 194 mil galáxias. Na nova análise, os astrônomos “pesaram” a distribuição de matéria no espaço.
Todos esses números possibilitaram cálculos detalhados que confirmaram: o universo é acelerado por um componente adicional misterioso (a energia escura).
Boa terça-feira! \o,
Uma análise feita pelo Telescópio Espacial Hubble confirmou a existência da misteriosa aceleração cósmica, causada por forças invisíveis no Universo.
De acordo com a teoria, o Universo que conhecemos, composto de matéria visível, corresponde a apenas 4% de tudo o que há no cosmos.
Já o Universo invisível é composto de matéria escura e energia escura. Apesar de não se saber ao certo o que são esses componentes, astrônomos acreditam que eles existem por causa dos seus efeitos na movimentação de corpos celestes.
Ao observar galáxias, por exemplo, cientistas notam uma diferença entre a gravidade existente e a quantidade de matéria visível (o que os leva a supor que existe algo que não enxergamos, mas que possui massa). Acredita-se que 20% do Universo é composto de matéria escura e, o restante, da chamada energia escura.
Agora, cientistas conseguiram mais uma forte prova da existência desses componentes. Um grupo de astrônomos liderados por Tim Schrabback, do Leiden Observatory, conduziu um estudo com mais de 446 mil galáxias. Todas elas estavam dentro do campo de visão do Cosmological Evolution Survey (COSMOS), a maior pesquisa já feita pelo Hubble.
Considerada uma das mais precisas amostras da diversidade do Universo, a COSMOS fotografou 575 visões ligeiramente sobrepostas da mesma parte espaço e criou como que uma reconstrução em 3D da área.
Além dos dados do Hubble, os pesquisadores usaram observações em terra para estabelecer as distâncias entre 194 mil galáxias. Na nova análise, os astrônomos “pesaram” a distribuição de matéria no espaço.
Todos esses números possibilitaram cálculos detalhados que confirmaram: o universo é acelerado por um componente adicional misterioso (a energia escura).
Boa terça-feira! \o,
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terça-feira, setembro 21, 2010
Hubble captura obras cósmicas
A 7.500 anos-luz da Terra, em meio da Constelação Carina, a radiação emitida por grandes estrelas forma figuras no espaço.
No vácuo, essa radiação faz grandes buracos em nuvens moleculares, criando o efeito capturado pelas lentes do Hubble.
Os pilares de hidrogênio foram esculpidos também com a ajuda de violentos ventos estelares.
A imagem é uma composição de observações feitas em 2005 da luz emitida por átomos de hidrogênio e com observações feitas este ano da luz emitida pelos átomos de oxigênio.
Tirada do Abril.
Boa terça-feira! \o,
No vácuo, essa radiação faz grandes buracos em nuvens moleculares, criando o efeito capturado pelas lentes do Hubble.
Os pilares de hidrogênio foram esculpidos também com a ajuda de violentos ventos estelares.
A imagem é uma composição de observações feitas em 2005 da luz emitida por átomos de hidrogênio e com observações feitas este ano da luz emitida pelos átomos de oxigênio.
Tirada do Abril.
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segunda-feira, setembro 06, 2010
Hubble captura nebulosa Ampulheta
A imagem mostra a fase final da vida de uma estrela parecida com o Sol.
![]() |
| Acima, uma estrela parecida com o sol, em sua fase final. |
Seu combustível interno chegou ao fim, conforme suas camadas exteriores são ejetadas, seu centro gradativamente resfria e ela se torna uma anã-branca.
Estrelas de pouca massa, como o Sol, normalmente sobrevivem cerca de 10 bilhões de anos antes de seu hidrogênio acabar. Durante as próximas dezenas ou centenas de milhares de anos, as estrelas lentamente liberal cerca de metade de sua massa em ventos esféricos em expansão.
Depois, em um processo ainda pouco conhecido que dura entre 100 e mil anos, as estrelas se transformam em nuvens geometricamente elaboradas, chamadas nebulosas planetárias.
Em 1995, astrônomos usaram o telescópio Espacial Hubble para fazer uma série de imagens da Ampulheta. Delicados anéis de gás coloridos ajudam a entender seu formato: o nitrogênio está em vermelho, o hidrogênio em verde e oxigênio em azul.
Esses detalhes flagrados pelo Hubble podem ajudar a revelar o processo de ejeção de matéria e a explicar a simetria dessas nebulosas.
Tirada do Abril.
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quarta-feira, agosto 18, 2010
Hubble mostra galáxia distante como 'ilha' no espaço
A galáxia NGC 4911, contém depósitos de poeira e gás perto do centro. Eles aparecem em silhueta contra o brilho dos aglomerados próximos de estrelas recém-nascidas e nuvens rosadas de hidrogênio.
![]() | ||||
| Imagem revela a galáxia NGC 4911, no aglomerado de Coma, em Coma Berenices. |
O Hubble capturou os braços espirais externos da galáxia, bem como milhares de outras galáxias de vários tamanhos.
A imagem divulgada combina dados obtidos em 2006, 2007 e 2009, e que exigiram um tempo de exposição de 28 horas.
Tirada do Estadão.
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segunda-feira, agosto 16, 2010
Colisão de galáxias captada por telescópios
As galáxias Antenas, que ficam a 62 milhões de anos-luz da Terra, começaram a colidir há mais de 100 milhões de anos, fazendo com que gases e poeira dessem origem a milhões de novas estrelas.
As mais massivas estrelas já nasceram, viveram e morreram na explosão das supernovas desde que a colisão começou. Grandes observatórios da Nasa como Hubble, o Observatório de Raios X Chandra e o Telescópio Espacial Spitzer, testemunharam a colisão de duas galáxias em detalhes nunca antes vistos e contribuíram com dados próprios para formar a cena da colisão.
A imagem azul, do observatório Chandra, mostra as nuvens de gás interestelar, preenchidas com elementos pesados criados nas supernovas. Esse será o berço de uma segunda geração de estrelas e seus planetas. O gás e a poeira contém elementos como magnésio, silício, oxigênio e ferro.
Buracos-negros emitem raios x quando materiais caem neles (pontos brancos brilhantes na imagem). Eles são os restos de estrelas gigantescas de antigamente, e podem ter uma massa 100 vezes maior que a do Sol.
O telescópio Spitzer contribuiu com a imagem em vermelho, mostrando estrelas mais novas, brilhando em infravermelho, enquanto o Hubble captou estrelas mais antigas e regiões de formação de estrelas, em dourado e branco respectivamente. As nuvens de poeira aparecem em marrom.
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quarta-feira, julho 14, 2010
Hubble captura fase final da vida de estrela
Quando a atmosfera estelar é expelida, o espaço ao redor torna-se rico em poeira brilhosa
![]() |
| Estrela elimina a própria atmosfera, como fará o Sol no futuro. |
O Telescópio Hubble captou um estágio da fase final da existência de uma estrela semelhante ao Sol.
Localizada na constelação de Cygnus, a 15.000 anos-luz da Terra, a nuvem brilhante de poeira começou a se formar quando a estrela central saiu de sua fase gigante vermelha e começou a expelir a própria atmosfera. O Sol deve se transformar em uma gigante vermelha em 5 bilhões de anos.
Quando a atmosfera é expelida, o espaço ao redor torna-se rico em poeira, e a estrela se mantém relativamente fria. A poeira brilha ao refletir a luz da estrela e emite radiação infravermelha.
Jatos que partem da estrela podem criar espaços vazios na nuvem, e este é o caso da IRAS 19475+3119, onde duas dessas figuras aparecem, em ângulos diferentes.
À medida que a estrela continua a se desfazer, a estrela acaba expondo o núcleo mais quente. A intensa radiação ultravioleta faz com que o gás brilhe de forma mais intensa, o que dá origem à nebulosa planetária.
Tirada do Estadão.
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terça-feira, julho 06, 2010
Hubble fotografa grupo de estrelas gigantes a 20.000 anos-luz
Estrelas de grande massa encerram suas vidas rapidamente e explodem como supernovas
![]() | ||
| O aglomerado NGC 3603 |
O aglomerado de estrelas NGC 3603, fotografado pelo Hubble, contém algumas das estrelas de maior massa conhecidas. As estrelas gigantescas têm vidas curtas e intensas, consumindo todo o hidrogênio que contêm rapidamente e explodindo como supernovas.
A maioria das estrelas nasceram mais ou menos ao mesmo tempo, mas têm diferentes cores, massas e tamanhos. O curso da vida de uma estrela é determinado por sua massa.
Ventos estelares e radiação ultravioleta sopraram o gás para longe, abrindo uma linha de visão desobstruída para o aglomerado ao centro.
A imagem do Hubble foi produzida em 2009 e registra tanto luz visível quanto infravermelha, que permite rastrear o brilho de enxofre, ferro e hidrogênio.
Tirada do Estadão.
Boa noite! \o,
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quarta-feira, junho 23, 2010
Hubble flagra bolhas em berçário de estrelas
Hubble registra um dos maiores berçários de estrela do Universo Próximo.
Hubble enviou uma das maiores imagens já feitas de uma região formadora de estrelas(conhecida como N11).
A Grande Nuvem de Magalhães, foi descoberta pelo explorador português Fernando de Magalhães, em 1519. Ela contém inúmeras bolhas brilhantes de gás, sendo que uma das maiores e mais chamativas é a LHA 120-N 11, ou simplesmente N11.
Essa nebulosa é uma das mais ativas regiões formadoras de estrelas de que se tem conhecimento, e está a mil anos-luz da Terra. A região também é chamada de Nebulosa Feijão, por sua forma.
Três gerações sucessivas de estrelas, cada uma se formando cada vez mais longe do centro da nebulosa do que sua antecessora, criaram diversas camadas de gás e poeira. Essas camadas são sopradas pelas novas estrelas recém-nascidas, criando as formas de anéis tão marcantes na imagem.
Tirada do Abril.
Hubble enviou uma das maiores imagens já feitas de uma região formadora de estrelas(conhecida como N11).
A Grande Nuvem de Magalhães, foi descoberta pelo explorador português Fernando de Magalhães, em 1519. Ela contém inúmeras bolhas brilhantes de gás, sendo que uma das maiores e mais chamativas é a LHA 120-N 11, ou simplesmente N11.
Essa nebulosa é uma das mais ativas regiões formadoras de estrelas de que se tem conhecimento, e está a mil anos-luz da Terra. A região também é chamada de Nebulosa Feijão, por sua forma.
Três gerações sucessivas de estrelas, cada uma se formando cada vez mais longe do centro da nebulosa do que sua antecessora, criaram diversas camadas de gás e poeira. Essas camadas são sopradas pelas novas estrelas recém-nascidas, criando as formas de anéis tão marcantes na imagem.
Tirada do Abril.
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quinta-feira, junho 17, 2010
Missão da Nasa busca exoplanetas
Em 43 dias no espaço, a Missão do observatório espacial Kepler da Nasa já enviou à Terra dados científicos sobre mais de 156 mil estrelas.
As estrelas estão sendo monitoradas como parte de uma busca por planetas semelhantes ao nosso fora do sistema solar. Mudanças de brilho, por exemplo, podem ser sinais de que as estrelas tenham planetas em sua órbita.
O Kepler capta dados sobre os planetas através da medição da intensidade de luz da estrela-mãe. Cada vez que um planeta passa em frente à estrela diminui minimamente o brilho dela. Assim, os cientistas calculam o tamanho do planeta de acordo com a mudança no brilho da estrela.
As estrelas têm uma ampla gama de intensidades de luz, temperaturas, tamanhos e idades. Algumas são estáveis, enquanto outras pulsam. Algumas têm pontos de luz, similares às manchas solares, e algumas produzem chamas que esterilizam os planetas mais próximos. Todas essas características das estrelas devem ser analisadas para determinar a possibilidade de cada um dos planetas que estão em suas órbitas ser parecido com a Terra.
A equipe de cientistas da Nasa também pesquisa dados obtidos por telescópios terrestres, pelo Hubble e pelo telescópio espacial Spitzer para realizar perfis de um conjunto específico de 400 objetos de interesse. A área do espaço na qual o Kepler observa estrelas nas constelações de Cygnus e Lyra só pode ser vista a partir de observatórios em Terra na primavera do hemisfério norte.
Os dados das observações determinarão quais dos objetos podem ser identificados como planetas. Esses dados serão divulgados à comunidade científica em fevereiro de 2011.
Tirada do Terra.
As estrelas estão sendo monitoradas como parte de uma busca por planetas semelhantes ao nosso fora do sistema solar. Mudanças de brilho, por exemplo, podem ser sinais de que as estrelas tenham planetas em sua órbita.
O Kepler capta dados sobre os planetas através da medição da intensidade de luz da estrela-mãe. Cada vez que um planeta passa em frente à estrela diminui minimamente o brilho dela. Assim, os cientistas calculam o tamanho do planeta de acordo com a mudança no brilho da estrela.
As estrelas têm uma ampla gama de intensidades de luz, temperaturas, tamanhos e idades. Algumas são estáveis, enquanto outras pulsam. Algumas têm pontos de luz, similares às manchas solares, e algumas produzem chamas que esterilizam os planetas mais próximos. Todas essas características das estrelas devem ser analisadas para determinar a possibilidade de cada um dos planetas que estão em suas órbitas ser parecido com a Terra.
A equipe de cientistas da Nasa também pesquisa dados obtidos por telescópios terrestres, pelo Hubble e pelo telescópio espacial Spitzer para realizar perfis de um conjunto específico de 400 objetos de interesse. A área do espaço na qual o Kepler observa estrelas nas constelações de Cygnus e Lyra só pode ser vista a partir de observatórios em Terra na primavera do hemisfério norte.
Os dados das observações determinarão quais dos objetos podem ser identificados como planetas. Esses dados serão divulgados à comunidade científica em fevereiro de 2011.
Tirada do Terra.
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quinta-feira, junho 10, 2010
Australiano faz réplica de madeira para o telescópio espacial Hubble
Obra de arte tem o tamanho real do equipamento que está no espaço há 20 anos
Miniatura de madeira e aço do telescópio Hubble
O artista australiano Peter Hennessey criou uma réplica em tamanho real do Telescópio Espacial Hubble, um equipamento revolucionário que fica a cerca de 550 km acima da atmosfera da Terra e funciona há 20 anos. O objeto de Hennessey, que faz parte da Bienal de Sydney, é feito de de madeira e aço cortados com a ajuda de laser.
De acordo com o site Design Boom, a ideia do artista foi fazer um telescópio "ao contrário", criando imagens no chão que são refletidas para a parte de cima por meio de um sistema de lentes. Para fazer a réplica, em um processo que durou três meses, ele usou sete imagens de ângulos diferentes do Hubble.O telescópio espacial é um marco para o estudo da astronomia. Como ele está acima da atmosfera, há menos distorções de luz, o que permite fazer imagens melhores do que os telescópios instalados na superfície do nosso planeta. Entre outras descobertas, as fotos tiradas pelo Hubble tornaram possível estimar que o Universo tem entre 13 bilhões e 14 bilhões de anos de idade, estimativa muito mais precisa do que a que existia antes.
Tirada do R7.
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quinta-feira, junho 03, 2010
Hubble capta grupo de estrelas em movimento
Velocidade das estrelas é independente da massa
Nebulosa NGC 3603, um berço de estrelas
O telescópio espacial Hubble conseguiu captar movimento de grupos de estrelas dentro da Nebulosa NGC 3603, um gigantesco berço de jovens estrelas massivas da Via Láctea, situado a vinte mil anos-luz do Sol.
Este aglomerado de estrelas, com massa superior a dez mil sóis e diâmetro de três anos-luz, foi escolhido por uma equipa de astrónomos, do Instituto Max-Planck e da Universidade de Colónia, na Alemanha, dirigida por Wolfgang Brandner, para revelar se as estrelas estavam à deriva.
Tirada do Ciência Hoje.
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sábado, maio 22, 2010
Hubble flagra estrela "devorando" planeta
O telescópio Hubble registrou o início do "jantar" de uma estrela na Via Láctea.

Concepção artística mostra estrela absorvendo matéria do planeta WASP-12b, o mais quente conhecido na Via Láctea
O prato: o planeta mais quente conhecido na nossa galáxia. Contudo, a refeição não deve ser rápida - os cientistas da Nasa, a agência espacial americana, estimam que vai demorar ainda cerca de 10 milhões de anos até que o planeta WASP-12b seja completamente devorado por sua estrela, a WASP-12.
O planeta está tão próximo de sua estrela que a temperatura nele passa dos 1,5 mil °C e sua forma lembra uma bola de futebol americano. Com uma massa 40% maior que a de Júpiter, o WASP-12b teve sua atmosfera inchada pela ação do calor e está jogando material na estrela.
Segundo a Nasa, a troca de matéria entre dois corpos celestes é comum em um sistema binário, mas é a primeira vez que isso é registrado tão claramente acontecendo com um planeta. "Nós vemos uma grande nuvem de matéria ao redor do planeta, a qual está escapando e será capturada pela estrela. Nós temos também elementos químicos nunca antes vistos em planetas fora do nosso sistema solar", diz Carole Haswell, da Universidade Open, que liderou os astrônomos. Entre os elementos que a cientista afirma que são absorvidos, estão alumínio, estanho e manganês.
Ainda de acordo com a Nasa, Shu-lin Li, da Universidade de Pequim, já havia teorizado em um artigo que a força gravitacional da estrela havia distorcido a forma do planeta e ele estava tão quente que sua atmosfera havia sido expandida. As observações feitas pelo Hubble confirmam essa teoria, diz a agência espacial.

Concepção artística mostra estrela absorvendo matéria do planeta WASP-12b, o mais quente conhecido na Via Láctea
O prato: o planeta mais quente conhecido na nossa galáxia. Contudo, a refeição não deve ser rápida - os cientistas da Nasa, a agência espacial americana, estimam que vai demorar ainda cerca de 10 milhões de anos até que o planeta WASP-12b seja completamente devorado por sua estrela, a WASP-12.
O planeta está tão próximo de sua estrela que a temperatura nele passa dos 1,5 mil °C e sua forma lembra uma bola de futebol americano. Com uma massa 40% maior que a de Júpiter, o WASP-12b teve sua atmosfera inchada pela ação do calor e está jogando material na estrela.
Segundo a Nasa, a troca de matéria entre dois corpos celestes é comum em um sistema binário, mas é a primeira vez que isso é registrado tão claramente acontecendo com um planeta. "Nós vemos uma grande nuvem de matéria ao redor do planeta, a qual está escapando e será capturada pela estrela. Nós temos também elementos químicos nunca antes vistos em planetas fora do nosso sistema solar", diz Carole Haswell, da Universidade Open, que liderou os astrônomos. Entre os elementos que a cientista afirma que são absorvidos, estão alumínio, estanho e manganês.
Ainda de acordo com a Nasa, Shu-lin Li, da Universidade de Pequim, já havia teorizado em um artigo que a força gravitacional da estrela havia distorcido a forma do planeta e ele estava tão quente que sua atmosfera havia sido expandida. As observações feitas pelo Hubble confirmam essa teoria, diz a agência espacial.
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quinta-feira, maio 06, 2010
Avaliação independente autoriza construção de sucessor do Hubble
Telescópio Espacial James Webb começará a montagem final em 2012 e será lançado em 2014

Ilustração do Telescópio james Webb posicionado no espaço sideral.
O Telescópio Espacial James Webb passou pelo estágio mais importante de sua elaboração até agora, a Revisão Crítica de Design da Missão. A aprovação significa que a Nasa está autorizada a dar prosseguimento à construção do instrumento, e que, na opinião dos avaliadores, o observatório, da forma como está projetado, cumprirá todos os requisitos científicos e de engenharia previstos em seu mandado.
"A equipe independente que conduziu a revisão confirmou que os projetos, equipamentos e testes previstos para o Webb trarão as capacidades fantásticas previstas", disse, em nota, Eric Smith, cientista ligado ao telescópio, que deve ir ao espaço em 2014.
A avaliação ocorre após sete anos de trabalho no Webb. A revisão crítica envolveu todas as análises anteriores a que o projeto já havia sido submetido.
Embora a aprovação oficial para construção do telescópio tenha vindo da revisão crítica, o desenvolvimento de partes do Webb já está em andamento há anos. Dezoito segmentos do espelho primário estão sendo polidos, e a estrutura que sustentará os espelhos também se encontra em fabricação.
As três partes principais do Webb - o módulo de instrumentos científicos, o elemento de telescópio óptico e a nave espacial em si - serão produzidas, montadas e testadas separadamente antes de serem entregues para a integração final, que deve começar em 2012.

Ilustração do Telescópio james Webb posicionado no espaço sideral.
O Telescópio Espacial James Webb passou pelo estágio mais importante de sua elaboração até agora, a Revisão Crítica de Design da Missão. A aprovação significa que a Nasa está autorizada a dar prosseguimento à construção do instrumento, e que, na opinião dos avaliadores, o observatório, da forma como está projetado, cumprirá todos os requisitos científicos e de engenharia previstos em seu mandado.
"A equipe independente que conduziu a revisão confirmou que os projetos, equipamentos e testes previstos para o Webb trarão as capacidades fantásticas previstas", disse, em nota, Eric Smith, cientista ligado ao telescópio, que deve ir ao espaço em 2014.
A avaliação ocorre após sete anos de trabalho no Webb. A revisão crítica envolveu todas as análises anteriores a que o projeto já havia sido submetido.
Embora a aprovação oficial para construção do telescópio tenha vindo da revisão crítica, o desenvolvimento de partes do Webb já está em andamento há anos. Dezoito segmentos do espelho primário estão sendo polidos, e a estrutura que sustentará os espelhos também se encontra em fabricação.
As três partes principais do Webb - o módulo de instrumentos científicos, o elemento de telescópio óptico e a nave espacial em si - serão produzidas, montadas e testadas separadamente antes de serem entregues para a integração final, que deve começar em 2012.
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Tiago Henrique
domingo, abril 25, 2010
Hubble completa 20 anos com promessa de operar até 2013
Apesar de apresentar problemas, eficiência do Hubble é consenso entre astrônomos

O telescópio espacial Hubble completa 20 anos em órbita neste sábado. Para marcar a data, a Nasa, agência espacial americana, e a Agência Espacial Europeia (AEE) divulgaram imagens inéditas produzidas pelo aparelho de uma pequena parte da nebulosa Eta Carinae, conhecida como uma das maiores regiões de nascimentos de estrelas da galáxia.
Nestas duas décadas, o Hubble apresentou vários problemas, como equipamentos quebrados e espelhos que deixaram as imagens fora de foco, obrigando a Nasa a enviar astronautas para fazer reparos.
Mas o consenso entre os especialistas é de que o telescópio realizou descobertas importantíssimas para todas as áreas da astronomia.

Enigmas
"A visão poderosa do Hubble expandiu nossos horizontes cósmicos e trouxe à tona um novo conjunto de enigmas sobre o Universo", escreveu o astrônomo britânico Martin Rees em artigo no site da BBC.
"Só nos últimos dez anos aprendemos sobre o grande número de 'mundos' que existem orbitando outras estrelas."
Segundo ele, o telescópio ajudou os astrônomos a descobrir que as galáxias estão se dispersando a uma velocidade acelerada, sob a influência do que chamou de uma "força misteriosa".
"Nossa previsão mais longa é a de que o Cosmos vai continuar se expandindo, tornando-se cada vez mais vazio, mais escuro e mais frio", afirmou Rees.
Em seus 20 anos de operação, o Hubble observou mais de 30 mil corpos celestes e produziu mais de 500 mil imagens.
No ano passado, astronautas instalaram novos equipamentos no telescópio, tornando-o cem vezes mais potente do que quando foi lançado em órbita.
Na última segunda-feira, a Nasa anunciou que o Hubble vai ficar em operação até 2013. No ano seguinte, ele será substituído por outro telescópio espacial, batizado de James Webb. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

O telescópio espacial Hubble completa 20 anos em órbita neste sábado. Para marcar a data, a Nasa, agência espacial americana, e a Agência Espacial Europeia (AEE) divulgaram imagens inéditas produzidas pelo aparelho de uma pequena parte da nebulosa Eta Carinae, conhecida como uma das maiores regiões de nascimentos de estrelas da galáxia.
Nestas duas décadas, o Hubble apresentou vários problemas, como equipamentos quebrados e espelhos que deixaram as imagens fora de foco, obrigando a Nasa a enviar astronautas para fazer reparos.
Mas o consenso entre os especialistas é de que o telescópio realizou descobertas importantíssimas para todas as áreas da astronomia.

Enigmas
"A visão poderosa do Hubble expandiu nossos horizontes cósmicos e trouxe à tona um novo conjunto de enigmas sobre o Universo", escreveu o astrônomo britânico Martin Rees em artigo no site da BBC.
"Só nos últimos dez anos aprendemos sobre o grande número de 'mundos' que existem orbitando outras estrelas."
Segundo ele, o telescópio ajudou os astrônomos a descobrir que as galáxias estão se dispersando a uma velocidade acelerada, sob a influência do que chamou de uma "força misteriosa".
"Nossa previsão mais longa é a de que o Cosmos vai continuar se expandindo, tornando-se cada vez mais vazio, mais escuro e mais frio", afirmou Rees.
Em seus 20 anos de operação, o Hubble observou mais de 30 mil corpos celestes e produziu mais de 500 mil imagens.
No ano passado, astronautas instalaram novos equipamentos no telescópio, tornando-o cem vezes mais potente do que quando foi lançado em órbita.
Na última segunda-feira, a Nasa anunciou que o Hubble vai ficar em operação até 2013. No ano seguinte, ele será substituído por outro telescópio espacial, batizado de James Webb. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
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Tiago Henrique
sexta-feira, abril 09, 2010
Hubble fotografa em detalhe maior galáxia do Trio do Leão
O Telescópio Espacial Hubble obteve uma imagem do maior membro do Trio do Leão, uma galáxia de anatomia incomum, com braços espirais assimétricos e um núcleo aparentemente deslocado. Essa disposição peculiar provavelmente é causada pela atração gravitacional dos dois outros membros do trio.

A imagem de Messier 66 feita pelo Telescópio Espacial Hubble.
A galáxia incomum, Messier 66, fica a 35 milhões de anos-luz, na constelação do Leão. Juntamente com Messier 65 e NGC 3628, Messier 66 é um terço do Trio do Leão, três galáxias espirais em interação. Messier 66 é maior que as duas parceiras, com cerca de 100.000 anos-luz de diâmetro.
A galáxia tem braços espirais que parecem projetar-se acima do disco principal, e um núcleo aparentemente deslocado. A assimetria é incomum em galáxias. Astrônomos acreditam que o formato original de Messier 66 foi alterado pela gravidade das vizinhas.
Messier 66 tem um número extraordinário de supernovas. A galáxia abrigou três explosões do tipo desde 1989, a mais recente em 2009.

A imagem de Messier 66 feita pelo Telescópio Espacial Hubble.
A galáxia incomum, Messier 66, fica a 35 milhões de anos-luz, na constelação do Leão. Juntamente com Messier 65 e NGC 3628, Messier 66 é um terço do Trio do Leão, três galáxias espirais em interação. Messier 66 é maior que as duas parceiras, com cerca de 100.000 anos-luz de diâmetro.
A galáxia tem braços espirais que parecem projetar-se acima do disco principal, e um núcleo aparentemente deslocado. A assimetria é incomum em galáxias. Astrônomos acreditam que o formato original de Messier 66 foi alterado pela gravidade das vizinhas.
Messier 66 tem um número extraordinário de supernovas. A galáxia abrigou três explosões do tipo desde 1989, a mais recente em 2009.
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