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quinta-feira, dezembro 02, 2010

Nasa pode confirmar vida-extraterrestre

      A agência espacial norte-americana NASA dará uma conferência de imprensa importante sobre “Astrobiologia” para anunciar “uma descoberta que terá um enorme impacto na procura de vida extraterrestre“ nesta quinta-feira.
Lua Rhea de saturno poderá ser citada na conferência
      No site oficial da NASA, a agência informa quem participará na convenção e que a “Astrobiologia é o estudo da origem, evolução, distribuição e vida futura no universo”. Entre as participações na conferência vai estar Felisa Wolf-Simon, oceanógrafa que se especializou na fotossíntese baseada em arsénio e a sua implicação na evolução de espécies, tendo já vários livros sobre o assunto e ainda Pamela Conrad, uma geobiologista que avançou com a hipótese de vida em Marte, sendo “convocados” diferentes cientistas de várias áreas sempre relacionadas com estudos de vida extraterrestre.

      A descoberta de oxigénio e dióxido de carbono na densa atmosfera da lua Rhea, o segundo planeta na órbita de Saturno, deverá estar relacionado com esta declaração da NASA, sendo certa a hipótese de existir vida extraterrestre.

Tirada do Ip Jornal.

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Finalmente né?

Boa quinta-feira! \o,

quarta-feira, novembro 03, 2010

segunda-feira, agosto 30, 2010

Som das estrelas ajuda na busca por planetas habitáveis

      Em uma tentativa de elucidar questões ainda misteriosas sobre o Sol, incluindo os impactos do seu ciclo de 11 anos sobre a Terra, uma equipe internacional de cientistas decidiu sondar uma estrela bem mais distante.

A sismologia estelar poderá abrir caminho para a observação da atividade magnética de centenas de estrelas, ajudando a avaliar novos sistemas solares com potencial de abrigar vida.

      Ao monitorar as ondas sonoras emitidas pela estrela, a equipe observou um ciclo análogo ao ciclo magnético do Sol.

      "Essencialmente, a estrela está tocando como um sino," diz Travis Metcalfe, coautor da pesquisa.

      A equipe examinou as oscilações acústicas da estrela usando uma técnica chamada "sismologia estelar".

      Os cientistas estudaram uma estrela conhecida como HD49933, que está localizada a 100 anos-luz da Terra, na constelação do Unicórnio.

      Eles detectaram a assinatura de "manchas estelares", áreas de intensa atividade magnética na superfície da estrela que são semelhantes às manchas solares.

      "Conforme ela se move através de seu ciclo, o tom e o volume dos sons se alteram em um padrão muito específico, deslocando-se para tons mais elevados com volumes mais baixos no auge do seu ciclo magnético."

      A sismologia estelar poderá abrir caminho para a observação da atividade magnética de centenas de estrelas, ajudando a avaliar novos sistemas solares com potencial de abrigar vida. Poderá ser especialmente útil para se entender os processos de atividade magnética que ocorrem dentro do Sol, inteiramente ligados à influência do Sol sobre o clima da Terra. 

quarta-feira, agosto 25, 2010

Descobertos sete planetas em redor de estrela há 127 anos-luz

      Um grupo europeu de astronomos, junto com Alexandre Correia, da Universidade de Aveiro, e Nuno Cardoso Santos, do Centro de Astrofísica da Universidade do Porto, descobriu o sistema planetário conhecido mais semelhante ao nosso, em redor da estrela HD 10180, localizada a 127 anos-luz, na constelação do Hydrus (hemisfério sul).



      Conclusões foram apresentadas em uma conferência, no Observatoire de Haute-Provence, em França. O resultado é o culminar(o ponto mais alto atingido) de seis anos de observações da estrela, usando o espectrógrafo HARPS, instalado no telescópio de 3,6 metros do observatório do ESO (European Southern Observatory) de La Silla, no Chile.

      Os dados recolhidos permitiram concluir que a estrela HD10180 possui cinco planetas semelhantes a Netuno, com massas compreendidas entre 13 e 25 vezes a massa da Terra e orbitando a estrela com períodos entre seis e 600 dias.

      Foi encontrada evidência para a presença de mais dois planetas. O primeiro é semelhante a Saturno, tem uma massa 65 vezes a massa da Terra e período de 2200 dias. O outro será o planeta com menor massa descoberto até hoje, com apenas 1,4 vezes a massa da Terra e orbitando a estrela HD 10180 em apenas 28,3 horas.

      Outro resultado interessante foi a verificação que a distribuição destes planetas obedece a uma lei semelhante à que encontramos no nosso sistema solar, a lei de Titius-Bode: cada um dos planetas exterior encontra-se aproximadamente ao dobro da distância do planeta anterior.

      Até agora, foram encontrados mais de 500 planetas extra-solares e são conhecidos 15 sistemas planetários com pelo menos três planetas. O grupo vai continuar trabalhalhando no sentido de encontrar sistemas mais complexos e planetas ainda mais pequenos. O seu grande objectivo é compreender os mecanismos de formação dos planetas e a origem do nosso sistema solar, e caminhar no sentido de encontrar planetas do tipo da Terra, capazes de abrigar vida.

Tirada do IP jornal.

segunda-feira, agosto 23, 2010

Busca por ETs poderá focar inteligência artificial e máquinas pensantes

      Um astrônomo que trabalha em um centro de pesquisa voltado para achar vida fora da Terra disse que a comunidade que procura por extraterrestres deveria voltar suas atenções para "máquinas pensantes".

"Mas cerca de cem anos depois de inventar o rádio (se nós formos nos usar como exemplo), você inventa máquinas pensantes. Nós provavelmente faremos isso neste século."

      Para o astrônomo Seth Shostak, que trabalha no Search for Extraterrestrial Intelligence Institute (Seti, em inglês), na Califórnia, os cientistas deveriam buscar indícios de inteligência artificial.

      Alguns cientistas do Seti argumentam que, em outros planetas, a vida pode ter-se desenvolvido seguindo padrões químicos e biológicos completamente distintos dos encontrados na Terra.

      No entanto, para outros pesquisadores, algumas leis de bioquímica seriam universais, e os extraterrestres teriam um ciclo de vida semelhante ao humano, com nascimento, procriação e morte. Para esta corrente, também haveria evolução de espécies entre os extraterrestres, exatamente como acontece com a vida na Terra.

Tirada do Inovação Tecnologica

Bom começo de semana! \o,

quinta-feira, agosto 19, 2010

Lago na Argentina tem "chave" da vida na Terra

      O lago Diamante, localizado na Argentina, pode conter pistas de como a vida começou na Terra. 


      Um grupo de investigadores argentinos descobriu milhões de superbactérias que proliferam apesar da escassez de oxigênio existente no lago, que fica no centro de uma enorme cratera vulcânica, a 4700 metros acima do nível do mar. O habitat dessas bactérias é semelhante ao ambiente primitivo da Terra, muito alcalino, com altos níveis de arsênio e pode também ajudar a revelar como seria possível sobreviver noutros planetas.

       "Estas lagoas e as bactérias que sobrevivem nelas, guardam o segredo de mecanismos de resistência a condições extremas que podem ter muitas aplicações biotecnológicas", disse María Eugenia Farías, do Conselho Nacional de Pesquisas Científicas e Técnicas.

      Se as bactérias são capazes de sobreviver neste ambiente inóspito, sugerem os pesquisadores, talvez pudessem também sobreviver num habitat como o do planeta Marte. 

      A pesquisa insere-se na ciência da astrobiologia, que investiga possíveis formas de vida extraterrestre. 

      O lago Diamante, na província de Catamarca, no noroeste da Argentina é um espelho de água no meio de uma cratera vulcânica que, de acordo com os especialistas, é o mais próximo do ambiente primitivo da Terra que existia há 3,4 bilhões de anos. 

 Tirada do Iol Diário.

quinta-feira, agosto 05, 2010

Fósseis foram descobertos em Marte


Um grupo internacional descobriu nas rochas de marte, o que poderá ser fósseis dos seres vivos que lá habitaram a cerca de quatro mil milhões de anos. A procura foi impulsionada pelas descobertas de carbonatos em rochas de Marte em meados de 2008.



Este mineral é produzido por restos fossilizados de seres vivos, o que suporta a descoberta. Na terra, este mineral é associado a restos de ossos ou conchas. O instrumento usado pelos cientistas estava na sonda orbital da NASA Mars Reconnaissance Orbiter e a técnica, que consistia em usar luz infravermelha, foi depois utilizada, da mesma forma, para analisar rochas muito antigas do planeta Terra, em uma zona do Noroeste da Austrália.

Tirada do Jornal Ip

Boa sexta-feira! \o,

quarta-feira, julho 21, 2010

Fire In The Sky - Cena

Uma das melhores cenas de filmes sobre OVNIs que já ví.

Trecho do filme "Fire In The Sky".

As cenas são um tanto perturbadoras:

sábado, junho 26, 2010

Toda a superfície de Marte já pode ter sido habitável

Fundo de crateras guarda registro de rochas modificadas pela presença de água no planeta.

 

Estudos detalhados de minerais encontrados no interior de crateras mostram que a presença de água era disseminada, com indícios da presença do líquido no passado não só das terras altas do hemisfério sul, mas também das planícies do norte.

As sondas Mars Express e MRO descobriram minerais hidratados no norte, o que seria um sinal claro de que água fluiu ali, no passado. As sondas já haviam, descoberto milhares de áreas no hemisfério sul que haviam sido alteradas pela presença de água.

Em muitas delas existem minerais conhecidos como filossilicatos, indicação de que o hemisfério sul do planeta já foi muito mais úmido e quente do que hoje. Até esta semana, nenhuma área de minerais hidratados havia sido localizada nas terras baixas setentrionais, onde camadas de lava e sedimentos com  quilômetros de espessura complicam o trabalho de sondar o leito rochoso subjacente.

O primeiro indício de que poderia haver silicatos hidratados nas planícies do norte vieram de um sensor da Mars Express, e foram reforçadas com dados da sonda da Nasa.

A busca centrou-se em 91 grandes crateras de impacto, onde os asteroides penetraram vários quilômetros, expondo o material da crosta antiga. Pelo menos nove crateras contêm filossilicatos ou outros silicatos hidratados.


Esses minerais, que se formaram em ambientes unidos na superfície antiga ou no subsolo, são idênticos aos descobertos no hemisfério sul.

"Agora podemos dizer que o planeta foi alterado por água em escala global, há mais de 4 bilhões de anos", disse John Carter, da Universidade de Paris, principal autor do estudo. A natureza dos depósitos indica que a exposição das rochas à água durou centenas de milhões de anos.

Os novos resultados indicam locais promissores para o pouso de futuras missões ao planeta vermelho.

Tirada do Estadão.

segunda-feira, junho 14, 2010

Marte já teve um grande oceano há 3.5 mil milhões de anos, diz estudos

O planeta vermelho, Marte, já teve um grande oceano e um clima semelhante ao da terra com ventos, chuvas, rios e evaporação de água.



Um estudo de nove anos feito por dois investigadores da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, Gaetano Di Achille e Bryan Hynek, conclui que o planeta Marte há cerca de 3.5 mil milhões de anos tinha um clima semelhante ao actual clima da terra com um oceano que ocupava um terço da superfície de Marte, rios, ventos e evaporação de água.

Os cientistas chegaram à conclusão de que Marte teve um grande oceano, devido aos sedimentos no final dos rios que mostram os limites de o que há mais de 3 mil milhões de anos foram rios e mar.
Este é o primeiro estudo feito desde que a nasa tirou as fotografias ao planeta vermelho.

O estudo foi publicado este domingo pela revista científica Nature Geoscience.

Tirada do Ip Jornal.

sexta-feira, junho 11, 2010

Verdade sobre ETs será revelada em breve, segundo cientista

O físico Stanton Friedman, que trabalhou por décadas em desenvolvimento de foguetes para algumas das maiores agências espaciais do planeta, diz que os alienígenas existem, estão nos visitando há muito tempo e que essa verdade será revelada em breve.



"Alguns óvnis são espaçonaves inteligentemente controladas extraterrestremente, e essa é a maior história do milênio. (...) Estou convencido de que estamos lidando com um Watergate cósmico", diz Friedman. Friedman afirma que há duas razões principais para que as fortes evidências de aliens não sejam conhecidas melhor. A primeira seria uma suposta grande conspiração que perdura décadas e que envolveria oficiais de alto escalão. De acordo com ele, a outra é que cientistas que podem exibir essas evidências estão com medo, não apenas daqueles que participam da suposta conspiração, mas também de admitir que a ciência estava errada.
Por outro lado, o físico diz acreditar que a verdade sobre os óvnis será revelada em breve. "Eu continuo otimista, antes de morrer, e eu tenho 75 anos, eu vou pegar pelo menos uma parte dessa história, de que não estamos sozinhos no universo", diz o pesquisador.
Friedman se junta a um grupo de cientistas e famosos que está convencido de que existe vida extraterrestre inteligente e que esta já chegou até nós.
Junto com o físico, está o astronauta Edgar Mitchell, que participou do programa Apollo, que também afirma que os aparecimentos de ETs é escondida pelos governos (o próprio Mitchell disse nunca ter visto um óvni, mas acredita no alien de 1947 em Roswell, no Novo México).
Segundo a reportagem, outro defensor de que os ETs existem é o psiquiatra John Mack, ex-professor da Universidade de Harvard, que passou anos estudando pessoas que dizem ter sido abduzidas, sondadas e sofrido experimentos de aliens.

Tirada do Terra.

quinta-feira, junho 10, 2010

Telescópio robótico vai procurar cometas e exoplanetas

Começou a funcionar no Chile um novo telescópio robótico que ficará varrendo os céus constantemente em busca de exoplanetas e cometas.

O TRAPPIST é um telescópio robótico muito leve, com apenas 60 centímetros, completamente automático e que faz seguimentos muito precisos no céu em alta velocidade. Instalado no Chile, ele é operado a partir da Bélgica, a cerca de 12.000 km de distância.

O TRAPPIST (TRAnsiting Planets and PlanetesImals Small Telescope) pertence ao Observatório Europeu do Sul e está instalado em La Silla, no Chile.
A sigla complicada, e um tanto forçada, para dar ao telescópio o nome de TRAPPIST, pretende enfatizar a origem belga do projeto.

Astrobiologia

O telescópio TRAPPIST vai se dedicar ao estudo de sistemas planetários de dois modos diferentes: detecção e caracterização de planetas situados fora do Sistema Solar (exoplanetas) e estudo de cometas que orbitam o Sol.
O telescópio de 60 cm é operado a partir de uma sala de controle em Liège, na Bélgica, ou seja, a cerca de 12.000 km de distância.
"Os dois ramos do projeto TRAPPIST são partes importantes de uma área de investigação interdisciplinar emergente - a astrobiologia - cujo objetivo é o estudo da origem e distribuição de vida no Universo," explica Michaël Gillon, responsável pelos estudos exoplanetários.
"Os planetas terrestres semelhantes à nossa Terra são alvos óbvios para a busca de vida fora do Sistema Solar, enquanto o estudo dos cometas se torna importante uma vez que se acredita que estes objetos desempenharam um papel importante no aparecimento e no desenvolvimento de vida no nosso planeta," diz colega Emmanuël Jehin, líder da parte cometária do projeto.

Tirada do Inovação Tecnológica.

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Boa quinta feira! \o,

quarta-feira, junho 09, 2010

Telescópio vai estudar planetas fora do Sistema Solar

Projeto Trappist integra estudo da origem e distribuição de vida no Universo

 

 

Um telescópio robótico vai procurar e estudar planetas fora do Sistema Solar e cometas que fazem órbitas em torno do Sol, a partir do observatório La Silla, no Chile, informa a agência Efe.
O telescópio Trappist, operado à distância numa sala de controlo na Bélgica, vai estudar os cometas austrais que aparecem no hemisfério sul e caracterizar exoplanetas através de medições de alta pressão das reduções de luminosidade, causadas por exoplanetas que cruzam a linha de visão entre a Terra e a estrela que orbitam.
Quanto maior for o planeta, maior quantidade de luz é bloqueada e a luminosidade diminui mais, de acordo com o Observatório Europeu Astral.
«Observando dúzias de cometas por ano, obteremos um conjunto único de dados e teremos importantes observações sobre a sua natureza», explicou num comunicado o director do projeto, Emmanuel Jehin.
O projeto Trappist faz parte de um campo de investigação em desenvolvimento, a astrobiologia, que estuda a origem e distribuição de vida no Universo.
«Os planetas similares à Terra são alvos óbvios na busca de vida fora do Sistema Solar, enquanto se suspeita que os cometas desempenharam um papel importante na aparição e desenvolvimento da vida no nosso planeta», concluiu Jehin.

Tirada do TVI 24.

terça-feira, maio 04, 2010

Viagens podem contaminar Marte com micróbios da Terra

Cientistas afirmam que micróbios da Terra podem contaminar a busca por vida em Marte



Bactérias normalmente encontradas em espaçonaves podem ser capazes de sobreviver no áspero ambiente de Marte e contaminar o planeta vizinho com vida da Terra, de acordo com pesquisa publicada na edição de abril do jornal Applied and Environmental Microbiology. As informações são da Associação Americana de Microbiologia.

Encontrar vida em Marte continua sendo um objetivo declarado da Nasa - a agência espacial americana - e dos institutos de Astrobiologia. Para evitar o ambiente do planeta, as espaçonaves e equipamentos estão sendo esterilizados para evitar contaminação do ambiente. Contudo, estudos recentes indicam que, apesar da limpeza, diversas comunidades de micro-organismos sobrevivem nas espaçonaves.

As pesquisas afirmam que o ato de tentar esterilizar os equipamentos que vão ao espaço faz com que apenas os micro-organismo mais resistentes e mais capacitados à adaptação sobrevivam ao processo. Cientistas da Universidade da Flórida reproduziram o ambiente de Marte e durante uma semana estudaram a Escherichia coli, bactéria que pode contaminar espaçonaves. Os pesquisadores observaram que a bactéria poderia sobreviver, mas não crescer na superfície do planeta se fosse protegida dos raios UV por apenas finas camadas de poeira ou em locais escondidos da espaçonace.

"Se um micro-organismo pode sobreviver em um longo período em Marte, então as explorações passadas e futuras de Marte podem providenciar o inóculo microbial para semear Marte com vida terrestre, dizem os pesquisadores. "Contudo, a diversidade de espécies precisa ser estudada para caracterizar seu potencial para sobrevivência em um longo período em Marte", afirmam.