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quinta-feira, dezembro 16, 2010

Hubble captura bolha espacial

      Anos atrás, grupos de astrônomos descobriram uma inusitada "bolha de sabão" cósmica.
      O telescópio Hubble capturou então, a imgem que os astronomos descobriram, situado na galáxia vizinha, a Grande Nuvem de Magalhães.

      Os astrônomos acreditam que a bolha espacial formou-se a partir da explosão de uma supernova, ocorrida há quatro séculos. Seu nome é SNR B0509-67.5, ou SNR 0509.

      Em seu interior há um ambiente de grande agitação, onde remanescentes da explosão inicial a fazem crescer a mais de 18 milhões de quilômetros por hora (a SNR 0509 já tem 23 anos-luz de diâmetro).

      As ondulações vistas na superfície externa da bolha podem ser causadas por variações sutis na densidade do gás ambiente interestelar, ou serem geradas do interior por fragmentos da explosão inicial.

      Eles acreditam que essas supernovas são geradas quando uma estrela anã branca, em um sistema binário, rouba mais material de sua parceira do que consegue suportar e explode. No caso da bolha espacial, a explosão parece ter ocorrido há cerca de 400 anos.

Tirada do Inovação Tecnológica.

Boa quinta-feira! \o,

terça-feira, novembro 30, 2010

Há oxigênio e dióxido de carbono na Lua de Saturno

      A NASA publicou esta semana a descoberta da presença de oxigênio e de dióxido de carbono na exosfera (termo para a atmosfera para outros planetas) de Reia, a segunda maior lua de Saturno.

      A descoberta foi levada a cabo pela sonda Cassini, e apenas foi possível devido aos esforços conjuntos da NASA, a Agência Espacial Europeia e a Agência Espacial de Itália.

      Apesar da existência de oxigênio nas luas de outros planetas, nomeadamente as luas Europa e Ganimedes de Júpiter, não ser novidade, é a primeira vez que os cientistas descobrem oxigénio numa lua de Saturno.

      A fina camada de oxigénio e dióxido de carbono mantém-se devido ao constante bombardeamento da superfície gelada de Reia, por partículas de alta energia.

      Ben Teolis, um dos cientistas responsáveis pela investigação, afirma que este tipo de exosferas podem ser bastante comum, devido à semelhança das massas lunares de Saturno (ou até Urano).
Os cientistas pensam que outras duas luas de Saturno, Dione e Tétis, reúnem condições para que possa também existir oxigénio e dióxido de carbono.

      A sonda Cassini deverá alcançar Dione em Dezembro de 2011, mas não têm qualquer tipo de previsão para Tétis.

Tirada do Ip Jornal.

terça-feira, novembro 09, 2010

Jatos de gás na superfície do Sol captados em alta resolução

      Imagens em alta resolução são captadas na superfície do sol, mostrando jatos de gás que se projetam rumo às camadas mais altas da atmosfera.

      Chamadas espículas, as proeminências são espécies de "tubos" de gás ejetado da superfície da estrela.

      "Localizada entre a fotosfera, onde surgem as manchas solares, e a coroa, com os seus arcos magnéticos que se estendem no espaço interplanetário, fica a cromosfera, uma parte da atmosfera solar muito complexa e, sob muitos aspectos, ainda totalmente enigmática," explicam Fabio Cavallini e Kevin Reardon, astrofísicos do Observatório Astrofísico de Arcetri, na Itália.

      "É nessa região intermediária da atmosfera solar que o campo magnético começa a prevalecer sobre o gás em movimento, modelando-o em longas estruturas finas, mais quentes e mais densas que o meio ambiente ao seu redor," dizem os astrofísicos.

Tirada do Inovação Tecnológica.

quinta-feira, novembro 04, 2010

Programa Espacial Mercury

      O objetico d'O Programa Espacial Mercury, era objetivo colocar um único homem a bordo de uma cápsula espacial, dando poucas voltas ao redor da Terra. O primeiro astronauta norte-americano foi ao espaço através do Programa Mercury. Na primeira missão tripulada houve registro de objetos luminosos no espaço.


      Um dos primeiros registros de avistamento de OVNI`s foi o do astronauta John Gleen Jr. John foi enviado ao espaço na missão Mercury Atlas - 6, no dia 20 de fevereiro de 1962. Ele foi o primeiro norte americano a ir ao espaço. Em órbita da Terra, o astronauta observou pequenas luzes voando no espaço próximo à sua capsula espacial. Não havia vazamentos ou pedaços da nave ou do foguete impulsor que pudessem ser confundido naquele momento. Ao reentrar na atmosfera terrestre, ele viu um globo luminoso. Ao retornar à Terra, o Dr. Roberto Boas, que foi responsável pelo treinamento psicológico do astronauta, afirmou que ele estava visivelmente surpreso com a experiência.


      Nas missões posteriores, os avistamentos de OVNI`s continuaram. Scott Carpenter foi ao espaço na missão Mercury Atlas 8, em 24 de maio de 1962. Sua missão era dar três voltas ao redor da Terra. Este astronauta observou durante o vôo orbital um OVNI, o qual fotografou. Este objeto era cilíndrico, e houve confirmação de um outro menor, de formato discoidal que saiu deste primeiro. Ao regressar para a Terra aconteceu algo estranho: A nave estava orientada perfeitamente, seguindo para o ponto previsto para aterrissagem. No entanto, a cápsula se desviou 400 quilômetros, o que é muito, visto que a missão foi extremamente planejada. O mistério que ainda não foi explicado pela NASA é como a cápsula se desviou de sua trajetória.

  Na missão seguinte foi a vez do astronauta major Gordon Cooper, que foi ao espaço 16 de maio de 1963, a bordo da cápsula espacial Mercury. No espaço, a cápsula passava sobre a estação Muchea, na Austrália, quando Cooper avistou um objeto luminoso, de coloração esverdeada vindo em sua direção. Na estação de Muchea, os radares captaram o objeto, o que confirma o acontecimento. Houveram aproximadamente 200 pessoas em Terra, que puderam observar a cápsula do astronauta e o outro objeto.

  Durante a quarta passagem do astronauta sobre o Havaí, no dia 15 de maio de 1963, as comunicações entre os controladores em Terra e a cápsula foram interrompidas por uma misteriosa linguagem. Esta interrupção causou espanto e irritação nos oficiais da NASA. As investigações posteriores não puderam identificar a natureza da linguagem.

       Gordon Cooper já tinha avistado OVNI`s anos antes, quando voava a bordo de F-86 Sabrejet, sobre a Alemanha Ocidental. Os objetos observados na ocasião, eram metálicos e de formato discoidal. Em uma outra ocasião, Gordon Cooper discursou nas Nações Unidas, afirmando que: "Eu acredito que veículos extraterrestres e seus tripulantes estejam visitando nosso planeta ... A maioria dos astronautas eram relutantes em discutir os UFO`s".

Fotografia tirada por John Gleen na missão Mercury 6, em 1962
Tirada do Fenomenum.

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Não sei se posto amanhã, provavelmente estarei na fila para o show do Paul McCartney de domingo(7/11), então... Bom final de semana! \o,

quarta-feira, novembro 03, 2010

quarta-feira, outubro 20, 2010

Hubble captura nebulosa planetária há 6.500 anos-luz da Terra

      A Nasa divulgou recentemente uma imagem feita pelo Telescópio Espacial Hubble da nebulosa planetária NGC 6210. Localizada a 6.500 anos-luz da Terra, na constelação de Hércules, a nebulosa foi descoberta em 1825 pelo alemão Friedrich Georg Wilhelm Struve. 

      As nebulosas planetárias não estão relacionadas a planetas, são chamadas assim porque se pareciam com corpos planetários quando vistas nos pequenos telescópios dos séculos passados. NGC 6210 é o vestígio final de uma estrela um pouco menor que o Sol.

      A imagem do Hubble detalha a estrutura interna da nebulosa, mostrando a estrela ao centro cercada por uma bolha azulada. A bolha está sobreposta a uma nuvem de gás avermelhado.

Tirada do Estadão.

Sem tempo hoje, boa quarta-feira! \o,

quinta-feira, outubro 14, 2010

Hubble captura vestígios de colisão entre asteróides

      O telescópio Hubble conseguiu capturar imagens de uma colisão de asteróides em formato de "X" e com uma cauda que se assemelha à de um cometa.

      Astrônomos começaram a rastrear o objeto desde as primeiras imagens feitas em janeiro, acreditando que se tratava de uma colisão recente, os dados obtidos desde então mostram que o choque ocorreu no início de 2009.

      "Esperávamos que o campo de destroços  se expandisse dramaticamente, como estilhaços partindo de uma granada", disse David Jewitt, da Universidade da Califórnia em Los Angeles.

      "Mas o que aconteceu foi o oposto. Determinamos que o objeto está se expandindo bem devagar".

      O objeto chamado P/2010 A2, foi avistado percorrendo o cinturão de asteróides, um reservatório de milhões de objetos rochosos localizado entre Marte e Júpiter. Estima-se que asteroides de tamanho médio colidam entre si aproximadamente uma vez ao ano. Quando se chocam, os objetos lançam poeira no espaço.

      Até agora, os astrônomos contavam apenas com modelos matemáticos da frequência  de choques e da quantia de poeira produzida.


      Observar impactos de asteroides entre si é difícil porque os grandes choques são raros, e os pequenos, como o que gerou  P/2010 A2, são muito fracos. Os asteroides que formaram  P/2010 A2 eram desconhecidos, porque eram pequenos demais para terem sido observados.


      Jewitt diz que ainda não é possível descartar de vez explicações alternativas, como um asteroide que esteja perdendo massa por conta de uma aceleração de sua rotação. As imagens, feitas entre janeiro e maio deste ano, revelam um objeto pontual com cerca de 100 metros de  diâmetro, com uma longa cauda fluindo a partir do padrão "X". O tamanho das partículas na cauda parece ser de no máximo 3 centímetros.

Tirada do Estadão.

Boa quinta-feira! \o,

quarta-feira, outubro 13, 2010

Foto espacial: Aglomerado de estrelas NGC 6934

      As estrelas estão ligadas uma às outras através da gravidade e muitas delas são muito mais velhas do que as estrelas que temos dentro do disco da nossa galáxia.


      Estima-se que as estruturas brilhantes tenham cerca de 10 bilhões de anos. Esse brilhante aglomerado de estrelas, o NGC 6934 está a cerca de 50 mil anos-luz de distância, na constelação Delphinus. Graças a essa foto, tirada pelo Hubble, estimamos seu comprimento (50 anos luz de comprimento).


Tirada do Hypescience.

Boa quarta-feira! \o,

terça-feira, outubro 12, 2010

Descoberto o primeiro exoplaneta habitável

      Cientistas dizem que o astro poderá ser colonizado se confirmada as condições de habitação.


Desenho mostra como seria o exoplaneta
      Uma equipe de "caçadores de planetas" encontrou o que poderá ser o primeiro exoplaneta habitável. Os astrônomos da Universidade da Califórnia e do Instituto Carnegie, em Washington, anunciaram nesta quarta-feira que o corpo celeste encontrado possui um tamanho próximo ao da Terra e orbita uma estrela na constelação de Libra, a 20 anos luz de distância.
 
      O exoplaneta se encontra exatamente no meio da "zona habitável" da estrela anã Gliese 581, uma região onde há condições naturais para que água líquida se forme na superfície do planeta. 
 
      Outros dois exoplanetas na zona habitável do sistema da estrela anã Gliese 581 já foram encontrados. Contudo, eles se encontram nas extremidades, onde a temperatura é muito fria ou muito quente. 
 
Tirada do site da Revista Veja.

segunda-feira, outubro 11, 2010

Hubble captura a imagem de uma estranha espiral celeste

      A imagem captada pelo Telescópio Hubble mostra o que parece ser uma espiral fina, com uma regularidade impressionante, enrolando-se ao redor de uma estrela (a estrela propriamente dita, imagina-se, está no centro, escondida pela poeira).

 
      O padrão espiral sugere uma origem regular e periódica, capaz de explicar a criação do formato de uma nebulosa.

      O material que forma a espiral está se movendo para fora a uma velocidade de cerca de 50.000 quilômetros por hora. Combinando essa velocidade com a distância entre as camadas, os astrônomos calculam que as diversas camadas da espiral estão separadas umas das outras por cerca de 800 anos.

Tirada do Inovação Tecnológica.

terça-feira, setembro 28, 2010

Hubble confirma matéria escura

      No mapa feito durante o estudo, as estruturas em branco, ciano e verde estão mais próximas do que aquelas em laranja e vermelho.


      Uma análise feita pelo Telescópio Espacial Hubble confirmou a existência da misteriosa aceleração cósmica, causada por forças invisíveis no Universo.

      De acordo com a teoria, o Universo que conhecemos, composto de matéria visível, corresponde a apenas 4% de tudo o que há no cosmos.
    
      Já o Universo invisível é composto de matéria escura e energia escura. Apesar de não se saber ao certo o que são esses componentes, astrônomos acreditam que eles existem por causa dos seus efeitos na movimentação de corpos celestes.

      Ao observar galáxias, por exemplo, cientistas notam uma diferença entre a gravidade existente e a quantidade de matéria visível (o que os leva a supor que existe algo que não enxergamos, mas que possui massa). Acredita-se que 20% do Universo é composto de matéria escura e, o restante, da chamada energia escura.

       Agora, cientistas conseguiram mais uma forte prova da existência desses componentes. Um grupo de astrônomos liderados por Tim Schrabback, do Leiden Observatory, conduziu um estudo com mais de 446 mil galáxias. Todas elas estavam dentro do campo de visão do Cosmological Evolution Survey (COSMOS), a maior pesquisa já feita pelo Hubble.

      Considerada uma das mais precisas amostras da diversidade do Universo, a COSMOS fotografou 575 visões ligeiramente sobrepostas da mesma parte espaço e criou como que uma reconstrução em 3D da área.


      Além dos dados do Hubble, os pesquisadores usaram observações em terra para estabelecer as distâncias entre 194 mil galáxias. Na nova análise, os astrônomos “pesaram” a distribuição de matéria no espaço.

      Todos esses números possibilitaram cálculos detalhados que confirmaram: o universo é acelerado por um componente adicional misterioso (a energia escura).

Boa terça-feira! \o,

terça-feira, setembro 21, 2010

Agência espacial da Europa se prepara para missão de robô-lunar em 2018

      A Agência Espacial Européia (ESA) propôs à alemã EADS Astrium uma missão de um robô-lunar, que será enviado para a Lua, em 2018, a fim de explorar o Pólo Sul lunar e preparar futuras aterragens humanas.


      O contrato com a EADS (orçado em 6,4 milhões de euros), lança uma missão que pretende preparar futuras aterrisagens de astronautas na lua. “A região pode ser a localização para futuros exploradores humanos porque oferece luz do Sol quase de forma permanente, essencial para o abastecimento energético”, explica a ESA.

      A fase que começa agora, chamada “Fase-B1”, e que terminará em 2012, vai desenvolver e testar tecnologias, algumas pela primeira vez. A ESA explica que será analisada em detalhe a informação topográfica mais recente do Pólo Sul, a fim de encontrar os locais possíveis para a aterragem. Depois será concebido o robô, nomeadamente os seus sistemas de propulsão e navegação.

      O robô de cerca de 800 quilos, deverá ser capaz de aterrar numa região cheia de crateras e elevações. Depois deverá libertar um pequeno veículo que se vai deslocar pela superfície lunar.

      Simonetta Di Pippo (directora dos vôos tripulados na ESA) explicou que a prioridade científica desta missão será a futura exploração da região pelo ser humano. “Vamos procurar minerais e água no solo para saber se podemos preparar uma presença sustentável na superfície da Lua”, completou.

      A proposta com o custo total da missão ainda deverá ser submetida à apreciação dos ministros da Ciência europeus em 2012. Se os decisores políticos gostarem do conceito e decidirem financiá-lo, o robô poderá ser lançado a bordo de um vaivém Soiuz antes do final desta década, avança a BBC.

Tirada do Público.

Hubble captura obras cósmicas

      A 7.500 anos-luz da Terra, em meio da Constelação Carina, a radiação emitida por grandes estrelas forma figuras no espaço.


      No vácuo, essa radiação faz grandes buracos em nuvens moleculares, criando o efeito capturado pelas lentes do Hubble.


      Os pilares de hidrogênio foram esculpidos também com a ajuda de violentos ventos estelares.


      A imagem é uma composição de observações feitas em 2005 da luz emitida por átomos de hidrogênio e com observações feitas este ano da luz emitida pelos átomos de oxigênio.

Tirada do Abril.

Boa terça-feira! \o,

quarta-feira, setembro 15, 2010

Astrônomos flagram estrela "devorando" outra e gerando planetas

Um grupo de astrônomos flagrou uma estrela devorando outra e criando planetas a partir do disco de "sobras". 

Imagem real - Ilustração

      Usando dados do Observatório de Raios X Chandra, o grupo de Joel Kastner, do Instituto de Tecnologia de Rochester, encontrou sinais de que uma estrela variável na constelação de peixes, BP Piscium, não é a estrela jovem que aparenta ser, e sim uma gigante vermelha que engoliu uma estrela ou planeta próximo, diz nota do instituto.


      Kastner atribui a possível juventude da estrela a duas coisas: um disco de material que lembra os discos onde se formam planetas ao redor de estrelas novas e os jatos de material que partem dos polos do astro. Uma estrela jovem acumula material do disco, que cai em sua direção, absorvendo cerca de 90% do que cai e reciclando o restante para o espaço, através dos jatos.

      "As companheiras dessas estrelas gigantes caíram dentro delas e fazem com que girem mais rápido", explica Kastner. "Nossa hipótese de trabalho é que estamos olhando para a estrela bem no ponto em que ela acabou de engolir a companheira e, assim, formou o disco. Parte do material que compunha a outra(estrela "engolida") caiu na estrela, e parte foi expelida em alta velocidade, e é a isso que estamos assistindo".

Tirada do Estadão.

segunda-feira, setembro 13, 2010

Nasa diz que superfície de Marte já teve contato com água líquida

      Novos dados proporcionados pela sonda Phoenix Lander sugerem que água líquida já teve contato com superfície marciana ao longo da história do planeta, informou a Nasa na quinta-feira do dia 9.
 





      A sonda Phoenix proporcionou novas evidências de que houve atividade vulcânica no planeta vermelho em tempos geológicos considerados "recentes", há vários milhões de anos.

      O robô que chegou a Marte em 25 de maio de 2008, já deixou de funcionar, mas a Nasa segue analisando os dados recolhidos durante seus dois anos de missão.

      As descobertas recentes são baseadas nos dados sobre o dióxido de carbono, que constitui cerca de 95% da atmosfera marciana.

       "O dióxido de carbono atmosférico é como um produto químico espião", disse em comunicado Paul Niles (cientista do Centro Espacial Johnson, em Houston).

      "Cada parte do dióxido se infiltra na superfície de Marte e pode indicar onde e quando houve presença de água", explicou.

      As medições foram realizadas por um instrumento especial da Phoenix para analisar o gás.

       O Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da Nasa declarou "morto" no último dia 25 de maio o laboratório Phoenix, que encontrou evidências de água em Marte, por não conseguir superar o inverno no 'planeta vermelho'.

Tirada do Estadão.

segunda-feira, setembro 06, 2010

Nasa planeja missão ao Sol para 2018

      A NASA apresentou um novo projeto com a finalidade de entrar na atmosfera solar.


      Esse projeto conta com uma sonda, designada de Solar Probe Plus (SPP),  que vai ter por objetivo recolher o máximo de informação possível, antes de ser destruída pelas elevadas temperaturas do Sol.

      “As experiências são especificamente desenhadas para resolver duas questões-chave da física do Sol (porque é que a atmosfera exterior é muito mais quente do que a superfície visível e o que é que origina o vento solar que afecta a Terra e o nosso sistema)”, explica Dick Fischer, director da divisão de Heliofísicas da NASA em Washington, num comunicado emitido na quinta-feira.“Lutamos com estas questões há décadas e esta missão vai finalmente dar-nos uma resposta.”

      Para a SPP conseguir suportar as elevadas temperaturas e os altos níveis de radiação, este será protegida por escudo de carbono composto aquecido que ainda está por construir. O custo da missão rondará os 139 milhões de euros.

      Esta é a primeira vez que se constrói uma sonda para pesquisar tão directamente o Sol. O projeto tem como objectivo recolher amostras da corona (atmosfera exterior do Sol), que é um plasma com partículas carregadas.

      A sonda vai estar equipada com instrumentos como um detector de vento solar, uma câmara 3D e um aparelho para medir o campo magnético. “Pela primeira vez, vamos ser capazes de tocar, provar e cheirar o nosso Sol”, disse Lika Guhathakurta, um dos cientistas do programa.

Tirada do Ip Jornal.

Ótimo começo de semana! \o,

Novo livro de Stephen Hawking diz que não foi Deus que criou o Universo

O novo livro de Stephen Hawking sugere que Deus nada teve a ver com a criação do Universo.



      A obra  tem como título “The Grand Design”, será editada a 9 de Setembro. O livro pretende explicar mistérios como o Big Bang ou a existência de outros universos. Segundo o cientista, o  Big Bang foi simplesmente uma consequência das leis da Física e Deus não teve nenhum papel nisso.

      O "Times", publica esta quinta-feira alguns trechos da nova obra de Hawkings, onde defende que “a criação espontânea é a razão por que algo existe”.

      “Devido à existência de uma lei como a da gravidade, o universo pode criar-se a partir do nada. A criação espontânea é a razão pela qual há algo em vez de nada, porque o universo existe, porque nós existimos”, lê-se no livro assinado por Hawking e pelo físico norte-americano Leonard Mlodinow. “Não é necessário invocar Deus para premir o gatilho e pôr o universo em marcha”, argumenta o físico.

      No entanto, estas declarações são o oposto do que  Hawking defendeu  no seu grande êxito de 1988, “Uma breve história do tempo”, em que o cientista revelava uma posição diferente: “Se descobríssemos uma teoria completa do universo, seria o derradeiro triunfo da razão (porque assim conheceríamos a mente de Deus)”.

      Há poucas semanas, Hawking foi notícia por defender que a humanidade deveria procurar nos próximos 200 anos outro planeta para viver, devido à forma como os recursos terrestres estão a ser utilizados.

Tirada do Ip Jornal.

Hubble captura nebulosa Ampulheta


      A imagem mostra a fase final da vida de uma estrela parecida com o Sol.

Acima, uma estrela parecida com o sol, em sua fase final.

      Seu combustível interno chegou ao fim, conforme suas camadas exteriores são ejetadas, seu centro gradativamente resfria e ela se torna uma anã-branca.

      Estrelas de pouca massa, como o Sol, normalmente sobrevivem cerca de 10 bilhões de anos antes de seu hidrogênio acabar. Durante as próximas dezenas ou centenas de milhares de anos, as estrelas lentamente liberal cerca de metade de sua massa em ventos esféricos em expansão.

      Depois, em um processo ainda pouco conhecido que dura entre 100 e mil anos, as estrelas se transformam em nuvens geometricamente elaboradas, chamadas nebulosas planetárias.

      Em 1995, astrônomos usaram o telescópio Espacial Hubble para fazer uma série de imagens da Ampulheta. Delicados anéis de gás coloridos ajudam a entender seu formato: o nitrogênio está em vermelho, o hidrogênio em verde e oxigênio em azul.
Esses detalhes flagrados pelo Hubble podem ajudar a revelar o processo de ejeção de matéria e a explicar a simetria dessas nebulosas.

 Tirada do Abril.

quinta-feira, setembro 02, 2010

Hubble observa maior supernova conhecida pelo homem

      Pesquisas feitas pelo telescópio da Nasa dão pistas sobre a fonte dos compostos que formam os planetas, animais e plantas.

Os pesquisadores estão analisando a interação da supernova com um gigantesco anel de gás em volta da explosão, conhecido como "Cordão de Pérolas"  

       Observações feitas pelo telescópio Hubble, mostraram as "vísceras" de estrelas sendo lançadas no espaço. O fenômeno é parte da maior explosão galáctica conhecida pelo homem, a Supernova 1987A. Descoberta em 1987, a 1987A é a estrela mais próxima da Terra a explodir. Ela está localizada na Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia anã que orbita a Via Láctea.
 
       A equipe de pesquisadores da Universidade de Colorado (EUA), detectou emissões brilhantes da explosão dando suporte a modelos teóricos sobre como as supernovas interagem com o ambiente galáctico. "As novas observações permitem medir com precisão a velocidade e a composição das 'vísceras' da estrela, mostrando como ocorre o depósito de energia e elementos pesados na galáxia", disse o astrônomo Kevin France, chefe da pesquisa. "É possível saber quais elementos estão sendo reciclados na Grande Nuvem de Magalhães e como o ambiente é alterado em escala humana de tempo", completou.
 
Tirada do Abril.

quarta-feira, agosto 25, 2010

Descobertos sete planetas em redor de estrela há 127 anos-luz

      Um grupo europeu de astronomos, junto com Alexandre Correia, da Universidade de Aveiro, e Nuno Cardoso Santos, do Centro de Astrofísica da Universidade do Porto, descobriu o sistema planetário conhecido mais semelhante ao nosso, em redor da estrela HD 10180, localizada a 127 anos-luz, na constelação do Hydrus (hemisfério sul).



      Conclusões foram apresentadas em uma conferência, no Observatoire de Haute-Provence, em França. O resultado é o culminar(o ponto mais alto atingido) de seis anos de observações da estrela, usando o espectrógrafo HARPS, instalado no telescópio de 3,6 metros do observatório do ESO (European Southern Observatory) de La Silla, no Chile.

      Os dados recolhidos permitiram concluir que a estrela HD10180 possui cinco planetas semelhantes a Netuno, com massas compreendidas entre 13 e 25 vezes a massa da Terra e orbitando a estrela com períodos entre seis e 600 dias.

      Foi encontrada evidência para a presença de mais dois planetas. O primeiro é semelhante a Saturno, tem uma massa 65 vezes a massa da Terra e período de 2200 dias. O outro será o planeta com menor massa descoberto até hoje, com apenas 1,4 vezes a massa da Terra e orbitando a estrela HD 10180 em apenas 28,3 horas.

      Outro resultado interessante foi a verificação que a distribuição destes planetas obedece a uma lei semelhante à que encontramos no nosso sistema solar, a lei de Titius-Bode: cada um dos planetas exterior encontra-se aproximadamente ao dobro da distância do planeta anterior.

      Até agora, foram encontrados mais de 500 planetas extra-solares e são conhecidos 15 sistemas planetários com pelo menos três planetas. O grupo vai continuar trabalhalhando no sentido de encontrar sistemas mais complexos e planetas ainda mais pequenos. O seu grande objectivo é compreender os mecanismos de formação dos planetas e a origem do nosso sistema solar, e caminhar no sentido de encontrar planetas do tipo da Terra, capazes de abrigar vida.

Tirada do IP jornal.