Imagens em alta resolução são captadas na superfície do sol, mostrando jatos de gás que se projetam rumo às camadas mais altas da atmosfera.
Chamadas espículas, as proeminências são espécies de "tubos" de gás ejetado da superfície da estrela.
"Localizada entre a fotosfera, onde surgem as manchas solares, e a coroa, com os seus arcos magnéticos que se estendem no espaço interplanetário, fica a cromosfera, uma parte da atmosfera solar muito complexa e, sob muitos aspectos, ainda totalmente enigmática," explicam Fabio Cavallini e Kevin Reardon, astrofísicos do Observatório Astrofísico de Arcetri, na Itália.
"É nessa região intermediária da atmosfera solar que o campo magnético começa a prevalecer sobre o gás em movimento, modelando-o em longas estruturas finas, mais quentes e mais densas que o meio ambiente ao seu redor," dizem os astrofísicos.
Tirada do Inovação Tecnológica.

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